14 dezembro 2006

Escola de Engenharia - Demonstração

A Escola de Engenharia da Universidade do Minho promove a 16 de Dezembro (sábado), em Braga, o “Dia da Envolvente”, iniciativa integrada nas comemorações do seu 31.º aniversário e que visa potenciar a interacção entre a instituição académica e a envolvente económica e social.



Neste contexto, escolheu a Avenida Central (Arcada) para trazer à rua várias actividades, entre as 10h00 e as 17h00, e que passam, por exemplo, pela demonstração de “robôs futebolistas”, da responsabilidade do Grupo de Robótica da Universidade do Minho.

A par desta exibição de robótica, que acontece pontualmente às 11h00 e 15h00, destaca-se igualmente a presença de um carrilhão (de sinos) cujo toque é accionado por mensagens telefónicas “sms”.

No centro cívico de Braga vai ser também possível conhecer de perto os cursos ministrados pela Escola de Engenharia e alguns dos projectos que desenvolve, bem como vários jogos… que não vão deixar de atrair os mais jovens para o objecto deste departamento de ensino da Universidade do Minho. (...)



Ancorada na infraestrutura física e organizativa da Universidade do Minho, esta escola envolve nove departamentos numa estrutura flexível e operacional que potencia o desenvolvimento de actividade multidisciplinar. (...)

Tem uma vasta oferta ao nível da especialização, mestrado e doutoramento, bem como de acções de formação contínua, através de mais de 20 cursos diferentes.

Desenvolve actividade de investigação segundo padrões de desempenho internacionais, com base numa estrutura de centros próprios e unidades FCT (quatro dos quais classificados como excelentes).

Tem uma grande tradição e experiência de trabalho de “I&DT” em parceria com empresas nacionais e estrangeiras, na maioria dos casos através das várias unidades de interface associadas à Universidade do Minho.

Além deste currículo, a Escola de Engenharia – a que preside António Cunha – desenvolve uma crescente e importante actividade em diversas áreas tecnológicas emergentes, nomeadamente nas micro e nanotecnologias, energias alternativas, desenvolvimento sustentável e ecodesign, biomateriais e “tecnologias de informação, computadores e electrónica”. (Câmara Municipal de Braga)

4 comentários:

koolricky disse...

Um dos maiores problemas em Portugal é que a maioria das pessoas, desde os mentecaptos e inergúmenos aos intelectuais não se aperceberam que o I&D pode trazer vantagens económicas e sociais únicas.
Já dei neste blog estes exemplos mas repito-os:
Desde a Inglaterra com a invenção da máquina a vapor dando origem à revolução industrial passando pelo Japão (com a sua 3ª revolução industrial nos anos 60, que originou um número infindável de marcas que hoje são o pão nosso de cada dia, a Sony, Nintendo...), à Finlândia o I&D raramente não traz benefícios a um país.
Aliás, nós mesmos, o Portugalinho atrasado temos algumas (poucas) razões para nos orgulharmos do nosso I&D. Fomos o primeiro país no mundo a ter Viaverde. Fomos o primeiro país do mundo a ter telemóveis pré-pagos. Fomos o primeiro país do mundo a ter notícias em tempo real em telemóveis.
Já o fizemos algumas vezes. Porque não fazê-lo sempre?

Francisco Rodrigues disse...

Boa pergunta!!

NA disse...

Finalmente o país começa a acordar para a importância da investigação... Não vou defender o meu bairro nem a minha capela, mas cada vez mais o país precisa de apostar em BOA investigação para apanhar a carroagem da frente do comboio do desenvolvimento...

Esta actividade da escola de engenharia marca, não só a necessidade de angariar alunos mas, também, a forma como a Escola de Engenharia se tem sabido adaptar aos novos tempos que se avizinham...

koolricky disse...

Nem podia estar mais dentro do contexto. O prémio Pessoa de 2006 foi dado ao investigador António Câmara, fundador da empresa iDreams, que junta o empreendorismo empresarial com o método de investigação universitário com um sucesso provado pela exportação de software para países como Espanha, EUA, Reino Unido, China...
Um exemplo de como estancar o "brain drain" português.