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26 abril 2010

...



Estas são imagens da Linha do Tua, algures entre os 1,8 e 3 km....

Via A Linha é Tua

25 abril 2010

Obrigatório


Fui ao Parque Nascente, em Gondomar, ver este filme/documentário. Chega a ser revoltante a falta de seriedade de alguns políticos que infelizmente vão mandando neste país e que, neste caso concreto, se aproveitam do sofrimento das pessoas que habitam no vale do Tua. É um documentário excelente que mostra o assassinato de uma linha única e com um potencial inestimável.

02 março 2010

Tua: um povo afogado


via Caretos Lisboa

Vale bem a pena ver mais, aqui.

02 fevereiro 2010

Destruição

Analisando estas imagens, o fim da ímpar Linha do Tua assume-se uma trágica e anunciada realidade.

12 novembro 2009

Em Mirandela


O documentário Pare, Escute, Olhe, vai ser apresentado aos seus protagonistas, os verdadeiros actores principais, ou seja, a população de Mirandela e arredores. São eles os principais prejudicados, no quotidiano, pela sede de cimento dos que nos governam. O país também perde, aquele que é um troço sem igual. A projecção do filme é dia 14 de Novembro, às 17h00 e 21h30, no Centro Cultural de Mirandela.

25 outubro 2009

Primeiros prémios

O documentário «Pare, Escute, Olhe», de Jorge Pelicano, foi o grande vencedor da 7.ª edição do festival internacional de cinema DocLisboa, tendo arrecadado dois prémios na competição portuguesa: Melhor Longa-Metragem e Melhor Montagem, e ainda o Prémio Escolas.

«Este é um dia inesquecível para mim», disse Jorge Pelicano, de 32 anos, que subiu três vezes ao palco do pequeno auditório da Culturgest, onde decorreu a sessão de entrega dos prémios, para agradecer as distinções, refere a agência Lusa.

Também este sábado o mesmo documentário de Jorge Pelicano ganhou outro o principal troféu do Festival Internacional de Cinema Ambiente de Seia, o Grande Prémio do Ambiente, atribuído pelo Júri Internacional, o Grande Prémio da Lusofonia e o Prémio Especial da Juventude, arrecadando assim três Campânulas de Ouro, o troféu deste festival.

Concluído este ano, «Pare, Escute e Olhe» constitui uma reflexão sobre o despovoamento e a desertificação provocados pelo encerramento progressivo da linha ferroviária do Tua, que liga Bragança a Mirandela.

O realizador sublinhou que mais importante ainda do que os prémios foi «o facto de este filme ter mexido um pouco com as pessoas».

«A prova disso foi o debate que se seguiu após a exibição do filme, um debate que durou mais de duas horas e meia. Acho que os festivais de documentários servem exactamente para isso, para pôr as pessoas a pensar», defendeu. in IOL Diário


Há mais informações sobre estes prémios aqui e aqui.

17 outubro 2009

"Agora só falta aqui é... cimento." José Sócrates

Photobucket


"Fiz este documentário com espírito de missão e espero que a situação seja reavaliada porque é um crime acabar com aquele património histórico." Jorge Pelicano

"Dezembro de 1991: uma decisão encerra metade da linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela. 15 anos depois, essa sentença amputou o rumo do desenvolvimento, acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal. Agora, o comboio é ameaçado por um Portugal esquecido, vítima de promessas políticas oportunistas." via A Linha é Tua


O vídeo, da autoria de Jorge Pelicano, sobre o atentado que é o encerramento gradual da Linha do Tua ao longo de décadas, estreia dia 18 de Outubro no Cinema Londres, em Lisboa. Já há um trailer disponível no sítio oficial do filme. Aí, toma-se o pulso a várias mentiras dos nossos governantes, que no fundo, olham para o distrito de Bragança como ferramenta eleitoral e de enriquecimento fácil. O vídeo promete e estou ansioso por vê-lo, não só por ter vivido um ano na cidade de Mirandela, onde naturalmente criei fortes laços, mas porque me preocupa ver uma obra mais que centenária deitada ao abandono para, tal como diz o primeiro ministro, ser completamente cimentada. Na altura em que houve os acidentes e morreram pessoas no Rio Tua, o mínimo que o ministro Mário Lino deveria ter feito, se tivesse vergonha ou consciência, seria demitir-se. Quando a ponte de Entre-os-Rios caiu, foi esse o destino de Jorge Coelho. Enfim, desde a noite em que Cavaco Silva mandou roubar as carruagens que ligavam Bragança a Mirandela, que todo este processo tresanda a maldade e interesses, completamente ignorados pelo jornalismo nacional.

Há sobre o documentário uma reportagem da Sic que pode ser vista aqui.




O roteiro para a comunicação social deste documentário pode ser analisado aqui.

04 outubro 2009

Pare, escute, olhe


Jorge Pelicano, autor do brilhante documentário "Ainda há pastores?" apresentará para breve outro filme, agora sobre a Linha do Tua, percurso este ameaçado de morte com a construção de uma barragem.

27 setembro 2009

Ganhe quem ganhar...


via A Linha é Tua

...estas eleições, que não ponham isto debaixo de água. Seria um dos maiores erros desde que Portugal é país.

10 junho 2009

Há grandes verdades que só aparecem em tempo de eleições

O economista Miguel Cadilhe acusou este sábado o Governo "centralista" de condenar o património ferroviário do Douro a "uma morte lenta".

A convite da Liga dos Amigos do Douro Património Mundial (LADPM), Miguel Cadilhe moderou este sábado um colóquio sobre "O Património Ferroviário do Douro", onde, para além da linha do Douro, se incluem os seus ramais de via estreita como o Tua, o Corgo e o Tâmega, actualmente todas com a circulação suspensa.

O economista foi duro nas críticas ao Governo, que acusou de ser "centralista" e de condenar este património a uma "morte lenta".

É que, com a construção da barragem de Foz Tua, a linha de ferro que sobe ao longo do rio até Mirandela ficará parcialmente submersa.

"Se eu mandasse nunca permitiria que se construísse a barragem do Tua", afirmou.

Miguel Cadilhe acusou ainda os políticos de serem "tacanhos e mesquinhos" por não perceberem o valor histórico, cultural e social deste património e defendeu que estas vias ferroviárias deveriam ser candidatadas a Património Mundial da Humanidade.

"Se esta obra humana belíssima e histórica e com valor cultural enorme e incomensurável estivesse no Tejo, junto a Lisboa, estaria lindamente conservado e a ser utilizada", frisou o responsável.

Considerou ainda que a cultura está muito acima da economia, mas, enquanto economista, explicou que "muitas vezes a oferta cria a sua própria procura".

"É uma lei da economia que não tem sempre aplicação, mas por vezes tem", disse.

Ou seja, se a oferta ferroviária estiver a funcionar, por exemplo, para fins turísticos e culturais, é provável que a procura apareça e então a oferta criou a sua própria procura", sublinhou.

Cadilhe salientou que este sábado foi dado um "grito para os políticos centrais perceberem que há este património ferroviário e que é preciso preservá-lo e não destruí-lo".

A defesa e a salvaguarda das linhas de caminho de ferro foram precisamente os temas centrais do encontro de hoje e as principais reivindicações de um documento que vai ser enviado ao Governo e que apela também à elaboração de um estudo sobre o custo/benefício do "afogamento" da linha do Tua.

Gaspar Martins Pereira, da Universidade do Porto, referiu que a destruição e degradação do património ferroviário nacional se agravou com as políticas "neo-liberais do professor Cavaco Silva", e que hoje, em termos ferroviários, "o Douro está muito pior do que há 100 anos".

O investigador considerou ainda um atentado ao Património Mundial da Humanidade, classificado em 2001, a construção da barragem do Tua, numa área ainda inserida no Alto Douro Vinhateiro.

Por isso mesmo, a organização do congresso deixou a promessa de pedir a intervenção da UNESCO na salvaguarda do património classificado.

De França chegou um exemplo de sucesso através de Jacques Daffs, vice-presidente da Federação dos Caminhos-de-ferro Turísticos Franceses, que referiu que, por ano, 3,2 milhões de pessoas visitam as linhas turísticas francesas, muitas das quais são geridas por privados.

O professor da Universidade do Minho, José Lopes Cordeiro, centrou a sua intervenção no valor "patrimonial irrepetível" das linhas férreas, chamando a atenção para as obras de arte como pontes, túneis, taludes, e a técnica de engenharia usada para cortar a pedra e atravessar os montes.

O docente considerou que a linha do Tua possui todas as condições para ser classificada como Património Ferroviário da UNESCO, à semelhança das cinco vias que já foram distinguidas Áustria, Índia e Itália-Suiça. in JN


Linha do Tua - Primavera

14 março 2009

Caminho de Ferro Centenário Ameaçado


[clique na imagem para ampliar]

A Linha do Tua vai ser apresentada em Paris, a todos os curiosos e interessados nesta causa, através do olhar do fotógrafo José Miguel Ferreira. De 17 a 26 de Março de 2009.


O vale do Tua, cuja fauna e flora, estão em grande parte, ainda intactos, está, no entanto, ameaçado pela construção de uma barragem na foz do Rio Tua, apoiada pelo Governo Português.
Um projecto que irá afogar e condenar a Linha do Tua, uma das mais belas ferrovias da Europa.

22 janeiro 2009

Inqualificável

Vi um slideshow, de análise obrigatória, sobre o estado a que chegou a Linha do Tua antes de ser encerrada devido aos acidentes. Nessa apresentação demonstram-se com a clareza máxima e necessária apenas factos. A autoria é de Luís Pinto, engenheiro civil. Fica a demonstração cabal da selvajaria a que chegam certos governantes.

http://maquinistas.org/pdfs_outros/desleixo_tua.pps (duplo clique para ver)

07 dezembro 2008

Jerusalém de Romeu [I]


Esta é uma aldeia do concelho de Mirandela. De lá, chegou a notícia que o melhor azeite do mundo é feito naquelas terras. Por lá, passava uma locomotiva a vapor, da Linha do Tua, no trajecto Mirandela - Bragança, actualmente desactivada. Então, na década de 70, diz-se que vinham fotógrafos de toda a Europa, deslumbrados pelo comboio que atravessava a magnífica ponte da Assureira. A ponte, conservada, ainda está de pé, sólida, mas do comboio nem um fantasma. O repórter da Sic, Mário Augusto, no programa "Ir... é o melhor remédio", foi visitar esta localidade e terminou o magazine com uma frase forte, mas verdadeira:

"Só lhes digo que mete dó, ver estas linhas desactivadas, que podiam e deviam, ser recuperadas para o turismo."


©James M Jarvis

15 novembro 2008

Não é fácil de entender


Vejam este vídeo, com som bem alto, até ao fim!! A portugalidade é ilimitada.

Ouvi uma secretária de estado da pasta dos transportes falar na rádio e na tv, depois do super-esperto ministro Mário Lino se ter baldado à Assembleia da República. Falava ela, sobre a Linha do Tua e, como o caso é complicado, vamos por partes. Primeiro, depois de dois acidentes com vítimas mortais, parece mesmo que a culpa vai morrer solteira; segundo, foram gastos num ano, 3 milhões de € na manutenção da linha, gastos regulares, mas que de manutenção nada têm: onde pára este dinheiro?; terceiro, o troço da Linha do Tua que vai do Cachão até ao Tua ficará encerrado até Março, estupidamente e sem razão palpável; quarto, vão gastar-se largos milhões de euros, depois desta fase de hibernação, para pôr aquilo em condições; quinto, em 2014 a barragem da Foz do Tua [num pacote de 5 novas barragens esta é, infelizmente, a que tem mais potencial] estará pronta, e grande parte da linha será inundada.
Depois de tamanho e obsceno cozido à portuguesa, conclui-se que a Linha do Tua é uma enorme chatice para os gajos que mandam nesta merda, em Lisboa. O que eles querem mesmo é a barragem, para lhes dar energia. A população de Mirandela e arredores nem sequer tem voto na matéria: aliás, o que lhes interessa mesmo é o voto na urna e que continuem a fazer alheiras jeitosas e bom azeite, para as festas nas herdades do Alentejo. Depois, imagino, como qualquer português, como seria o final e a duração desta história, 3º mundista, caso o risco desta linha fosse traçado no distrito de Lisboa, Coimbra, Setúbal ou Porto... Enfim, continuamos a rasgar dinheiro e a adiar o que realmente interessa, sob um escândalo branqueado pela imprensa. Como diz o tranquilidade: um nojo.

28 outubro 2008

3º mundo? Somos nós!


O Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações publicou no seu sítio o relatório final com as causas do último acidente do Tua. Assim, as más condições da via bem como problemas nos amortecedores da auto-motora e falta de lubrificação, foram os motivos principais para a última tragédia. Conclui-se também que há travessas na via que não são mudadas há 60 anos, bem como um traçado irregular que provoca vibrações desnecessárias e prejudiciais à composição. Esperam-se duas coisas: responsabilização a quem de direito e uma intervenção profunda e séria naquela via com o objectivo da sua continuidade. De qualquer forma, já nada consegue disfarçar a vergonha de haver um país, na União Europeia do século XXI, que negligencia tão escandalosamente algumas das suas gentes e regiões.


05 outubro 2008

Dinâmica local

Uma organização opositora da construção de grandes barragens prometeu hoje reeditar no Tua a luta do movimento espanhol da década de 80 contra as hidroeléctricas e transformar Mirandela na capital portuguesa da água.

Pedro Couteiro da delegação portuguesa da Coordenadora de Afectados pelas grandes Barragens e Transvases (COAGRET) dá o nome à luta de \"A batalha do Tua\", inspirado na luta de camponeses, académicos, ecologistas e políticos espanhóis, há mais de 20 anos em torno do rio Ebro.

O dirigente propõe-se, à semelhança do movimento espanhol \"ganhar a batalha contra o plano nacional de barragens e conseguir para a cidade transmontana de Mirandela um estatuto idêntico ao de Saragoça\". As duas cidades são banhadas por rios, centros de atractividade e motor de diversas actividades.

Numa altura em que Saragoça está prestes a ganhar o organismo das Nações Unidas para a gestão da água, a COAGRET nacional, criada há cerca de um ano e sedeada em Mirandela, entende que esta cidade pode também destacar-se nesta temática.

O centro desta dinâmica para Pedro Couteiro é o Tua, mas sem a barragem prevista no plano nacional para a foz do rio e mantendo a linha ferroviária, cujo futuro está dependente dos resultados do inquérito ao último acidente ferroviário.

O primeiro passo da COAGRET será homenagear o fundador da organização em Espanha e uma das maiores celebridades internacionais da área da hidrologia, o professor da universidade de Saragoça Javier Martines Gil, que ganhou a alcunha de \"HidroGil\" pela sua acção na temática da água e dos rios.

O presidente da Câmara, José Silvano, concorda com a estratégia de fazer do rio Tua um factor de desenvolvimento, e que já é um ex-libris da cidade transmontana, junto com o azeite ou a alheira.

O espelho de água é motivo de atracção internacional no campeonato do mundo de Jet-Sky e centro de várias actividades náuticas, que o autarca pretende reforçar através de uma aproximação ou mesmo uma geminação com a cidade espanhola de Saragoça.

José Silvano sublinha que nesta estratégia a única parte do rio que está em causa é a urbana, pelo que não quis pronunciar-se sobre as pretensões da COAGRET relativamente à barragem prevista para a foz ou à linha do Tua.

O COAGRET conta, no entanto com o apoio do autarca para outro projecto que defende nesta estratégia e que é a reactivação da linha do Tua entre Mirandela e Bragança com ligação a Espanha, em Puebla de Sanábria. in Diário de Trás-os-Montes


Espero, muito sinceramente, que este movimento local consiga atingir os objectivos propostos. Os governos devem tentar perceber as necessidades das populações, mesmo as que ficam a muitos quilómetros de distância de Lisboa.

28 janeiro 2008

Finalmente!


A ligação ferroviária em toda a extensão da Linha do Tua, entre Mirandela e o Tua, é hoje restabelecida quase um ano depois do acidente em que morreram três pessoas. A partir de hoje os passageiros deixarão de fazer de táxi o percurso entre Brunheda e a Linha do Douro, e passam a contar com quatro viagens (ida e volta).
A partida do primeiro comboio está marcada para as 10h00 em Mirandela com chegada prevista ao Tua duas horas depois. Este será o primeiro comboio a fazer todo o percurso, com cerca de 60 quilómetros, desde o acidente de 12 de Fevereiro do ano passado, quando um desabamento de pedras sobre a linha fez descarrilar uma carruagem do Metro de Mirandela. O percurso entre Mirandela e o Tua vai agora demorar mais meia hora do que antes do acidente porque a circulação tem de ser feita com marcha à vista na maior parte de percurso. A condição de restringir a velocidade, por forma ao maquinista ter condições de detectar eventuais obstáculos e travar atempadamente foi imposta pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil. [...] in RTP

17 março 2007

Interior sofre


A questão do encerramento da Linha do Tua foi levantada, por diversas vozes, na região transmontana, no próprio dia do fatídico acidente com uma automotora, no qual perderam a vida três pessoas.

Agora, a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, admite essa possibilidade, lembrando que "a Linha do Tua tem 100 passageiros por dia e uma utilização da capacidade disponível de 17%". Questionada por diversas vezes, ontem, no Parlamento, a governante disse, ainda, que são "aguardados os resultados dos estudos da REFER e do Laboratório Nacional de Engenharia Civil sobre o acidente".

Estas respostas não agradaram aos autarcas locais e, nomeadamente, ao presidente da Câmara Municipal de Mirandela, o social- -democrata José Silvano, que tem sido um dos mais activos defensores da manutenção da linha. O autarca recorda que "a decisão será sempre política e não técnica. Os relatórios que estão a ser produzidos não apontam responsabilidades nem à CP, nem à REFER, nem ao Metro, nem a ninguém. Não percebo que agora a secretária de Estado se escude nos inquéritos". José Silvano lembra, ainda, que "a EDP tem intenções de construir uma barragem na foz do Tua, que fará com que a linha fique submersa até ao Cachão. Logo no dia do acidente, eu disse que o Governo podia aproveitar esse acontecimento trágico para equacionar a hipótese de encerramento", recorda.

Silvano garante que "a linha não é rentável, porque os comboios só circulam em horários já pré-estabelecidos para não terem passageiros e porque nunca foi feito o aproveitamento turístico da linha".

Recorde-se que, em 1997, no Governo de António Guterres, foi assinado um acordo entre o Estado, a CP, a REFER e as autarquias de Mirandela, Murça, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor e Alijó, que formavam a empresa Comboios do Tua, SA, com vista à exploração turística da linha, com uma comparticipação anual do Estado de 300 mil euros. Mas esse foi mais um projecto para a região que nunca saiu do papel.

in Jornal de Notícias


Promessas eleitorais não cumpridas, facilitismo no encerramento em detrimento da optimização de recursos para bem das populações, ou mesmo do turismo, são males crónicos dos diferentes governos. Desinteresse, falta de coragem, o que lhe queiram chamar, mas normalmente quem sofre é quem mora no interior. E o país empobrece.