
O Bar-Café-Galeria de Arte Labiribtho, no Porto, promove uma série de iniciativas sobre o poeta bracarense Sebastião Alba, desaparecido há 10 anos. Gostaria muito de ver algo assim na cidade de Braga.....
11 março 2010
ALBA só
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Francisco Rodrigues
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10:55
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11 março 2009
Sebastião Alba
Texto e filme de Ricardo (Cinemapobre)
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Francisco Rodrigues
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08 dezembro 2008
Albas [II]
Dona Chama: Aprendizagem
Albas - Sebastião Alba
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Francisco Rodrigues
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23 novembro 2008
Albas [I]
Da Torre de Dona Chama
Continuo a piscar o olho à vida, como há 50 anos, a mandá-la malcriadamente pro...
Não desistirei de a insultar, mas num estilo que nos honre a todos.
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Francisco Rodrigues
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09:17
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06 fevereiro 2007
Fim de poema
Para que nem tudo vos seja sonegado,
cultivai a surdina.
Em surdina, preparo os utensílios,
em surdina, preparo-me para morrer...
Amo-te! Chut! Em surdina!
A minha vida, nesga entre dois ponteiros,
fecha-se,
em surdina.
Sebastião Alba, inédito
Uma pequena homenagem ao amigo que partiu.
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koolricky
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17:04
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16 janeiro 2007
Novo Mundo

“Os homens olham para as mulheres como se as devorassem – não pensam noutra coisa. As mulheres passam de olhos abstractos – não pensam noutra coisa (ainda que não olhem para ninguém excepto umas para as outras duma maneira gélida, quase cruel). Vestem-se todos para se exibirem uns diante dos outros.
A sua cosmogonia é o jornal “A bola” e a “telenovela brasileira”. Se uma guerra nuclear varrer sociedades destas da face da terra, nada se perderá. A vida renasce, renova-se.”
in Albas - Sebastião Alba
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Francisco Rodrigues
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22:39
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