31 janeiro 2007

Porque somos Bracarenses?


"O Pedro tem 8 anos e é sócio do Sporting de Braga, tal como o seu pai e, mesmo vivendo fora de Braga, numa terra de muitos benfiquistas, mantem-se fiel ao seu clube, deslocando-se ao estádio, pelo menos de quinze em quinze dias para acompanhar a sua equipa. Na escola, todos os colegas são benfiquistas, portistas ou sportinguistas e o Pedro habituou-se a perder todas as discussões futebolisticas dos intervalos das aulas à segunda-feira. Mesmo quando o seu Braga obtém grandes resultado no fim de semana anterior a essas fatídicas segundas-feiras, o Pedro perde sempre porque, se é verdade que contra factos não há argumentos, também é verdade que contra uma maioria ofuscada pela cegueira, não há argumentos que valham a ninguém.


A caminho de casa o Pedro imagina-se com a bola nos pés, emblema ao peito, o estádio 1º de Maio a vê-lo jogar e ele... A marcar, a marcar muitos golos. Fantasia acerca dos festejos que irá fazer, os golos que irá marcar, as lágrimas de alegria no momento do golo do título que o próprio irá assinar.Um dia, numa época menos boa do seu clube, influenciado pela cegueira dos amigos e em vésperas de um jogo grande, o Pedro pergunta ao pai:

- Porque é que somos do Braga? Se calhar nunca vamos ser campeões e este ano ainda vamos mas é para a segunda.

O pai explica que mais do que procurar vitórias com o nosso clube, devemos acreditar nele, porque acreditar em algo que é nosso, algo que de certa forma simboliza os nossos valores, a nossa região e os nossos interesses, é acreditar em nós próprios. Torcer por aqueles que ganham, simplesmente porque ganham, é não ter carácter. É procurar vitórias naquilo que não é nosso, é procurar vitórias a todo o custo quando não as temos noutras ocasiões da nossa vida. As vitórias devemos procurá-las no nosso dia-a-dia. No desporto são importantes, sabem bem, mas não são fundamentais ao nosso desenvolvimento e realização enquanto seres humanos.

O Pedro ouviu estas palavras, entendeu o seu pai, mas quando se tem oito anos e se quer ser o maior entre os amigos, as pequenas vitórias são importantes, principalmente as vitórias desportivas.Pensou para si e tomou uma decisão. Deixaria de ser bracarense e passaria a torcer pelo tal clube "grande" que iria visitar o Braga naquele fim de semana. Não comunicou a decisão ao pai, mas sabia que mais tarde ou mais cedo se iria manifestar a favor da sua nova equipa no estádio.

Chega o dia do jogo. Desta vez não levou o cachecol. Sentado na velha pedra do 1º de Maio assistiu calmamente ao aquecimento.

Porém, na altura da entrada em campo das equipas (na altura entrava uma de cada vez), algo insólito aconteceu. O Braga entra em campo, as bandeiras e os cachecóis bracarenses agitavam-se e o Pedro sentiu vergonha de não ter trazido o seu. Sentiu que aquela era a sua equipa, aquele o seu povo, aquela era a sua terra e as lágrimas começaram a correr secretamente pela sua face. Ninguém reparou. Chorou baixinho e jurou nunca mais trair a sua equipa, nunca mais trair o que era seu, o seu povo, a sua cidade, a sua gente.

Os anos passaram e hoje o Pedro tem vinte e cinco anos. O sonho de jogar pelo Braga foi-se desvanecendo talvez pela falta de jeito para representar um clube de tal dimensão e porque a vida o levou para outras opções profissionais. O Pedro agora vive em Braga e continua a ir a todos os jogos do Braga, com o pai e o irmão, e mais do que nunca acredita num Braga campeão. Não vai ser ele a marcar o golo do título. Mas espera estar no estádio a festejar quando esse dia chegar.

Dedico esta história, a minha história, a todos aqueles que acreditam nos seus clubes, nos clubes das suas terras, das suas gentes, das suas raízes, sejam essas pessoas do Braga, do Guimarães, do Boavista, do Porto, do Sporting, do Benfica, de qualquer outro clube. Mas escolham aquilo que é realmente vosso e que vos representa. Ser de Braga e torcer por um dos chamados "grandes" é o mesmo que ser português e torcer pela selecção espanhola ou outra qualquer."
via:...Por 1 canudo

Rali de Portugal (WRC)


Seis anos depois está de regresso uma das provas mais míticas do Campeonato do Mundo de Ralis, o Rali de Portugal. Esta prova existia desde 1973 e sempre foi vista em todo o mundo, por espectadores e pilotos, como uma das mais difíceis e notáveis. Uma das imagens de marca era a proximidade por parte dos adeptos, dos carros que passavam a alta velocidade, até que um dia houve um atropelamento trágico no Agrupamento B de Rali e a competição foi interrompida em 2001. Apesar de tudo, acredito que na altura foi uma jogada da organização, que quis lançar o rali da Alemanha e alguém teria que ficar a chiar; o acidente foi só um pretexto, juntamente com as condições climatéricas de chuvas copiosas que se viveram nesse ano em Portugal, ficando os troços verdadeiros pântanos onde só os mais fortes resistiram.

O último vencedor, enquanto prova do Campeonato do Mundo (WRC), foi o brilhantíssimo Tommi Mäkinen ao volante de um Mitsubishi Evolution VI, foi tetra-campeão do Mundo e venceu 24 ralis ao longo da sua carreira. Um finlandês voador.

Este Rali de Portugal vai ser disputado no Alentejo e Algarve, havendo uma super-especial no Estádio Algarve (tem que servir para alguma coisa).
Os aficionados ficam sem as clássicas provas da Lameirinha, Fafe, Vieira do Minho, Ponte de Lima e Arganil, em troca com o Sul do país. Esperemos que tudo corra pelo melhor e que as assistências respeitem as distâncias de segurança. A prova realiza-se de 30 de Março a 1 de Abril.

29 janeiro 2007

degelo


Ontem, num programa ambiental transmitido pela RTP N, analisava-se a situação na Costa da Caparica.
Há registos que, em 40 anos o mar avançou no máximo 410 metros (Costa da Caparica, Norte, Cova do Vapor) e na parte em que avançou menos foram 110 metros (zona do Cabo Espichel). Isto, neste intervalo de tempo é muita coisa.
Os responsáveis que por lá andam a tapar furos, prevêem depositar mais de 1 milhão de metros cúbicos de areia, num custo de 15 milhões de euros, para impedir o avanço do mar. Isto é ridículo, é um atentado à bolsa e à inteligência dos portugueses.
Foi entrevistado um professor da FEUP que disse que, para impedir o avanço do mar só há uma maneira: medidas de peso. Só que não se pense em paredões ou quebra-mar, tem que ser mesmo diques, daqueles que se fizeram na Holanda; depois destes estarem prontos, aí sim, reconstroem-se artificial e definitivamente as praias e as dunas.
Mas a situação não é grave só na Costa da Caparica. O Porto de Leixões e o Rio Douro têm contribuído para a instabilidade desde a Foz do Douro, até Espinho/Esmoriz. Basta ver a quantidade de paredões que já existem e o mar vai avançando. O Rio Douro, devido ao aumento do número de barragens, à excepção de anos de cheias persistentes como em 2000 e 2001, chega até à foz com pouquíssimos sedimentos, sendo estes necessários para estabilizar a força do mar. Prova deste dado, em parte, foi a queda da ponte de Entre-os-Rios. Outro ponto crítico é em Aveiro.
Na Indonésia, um estudo prevê que 2000 ilhas serão submersas até 2030; nas cidades mais a norte da Sibéria, o chão sustentado por imensas camadas de gelo, vai cedendo e por lá faz-se o mesmo que aqui, remedeia-se o inevitável com toneladas de areia. A água líquida ganha sucessivamente ao gelo, dia após dia.
O aquecimento global é um problema da nossa geração, quem pensa que não terá que lidar com isto desengane-se, até porque a maior fronteira portuguesa é o Oceano Atlântico.
A catástrofe está em curso.

28 janeiro 2007

Enjoy your self

E agora divirtam-se um pouco com o Pagode Brazuca,

http://www.orapois.com/br/arquivos/06162005170419937g.swf

bebam uns copos e entrem em casa com pés de lã.

http://www.stiv.tub.dk/

Dói, mãe?

"Talvez tenha sido o desejo, talvez o fogo, talvez a inocência, o certo é que não o fizeram como se diz na publicidade. "Faz o que te der na gana, mas protege-te". Eles não. Partiram só à descoberta de si próprios, esquecidos de tudo.
E agora M. está grávida. Tem um bebé dentro dela. Levanta-se de manhã a disfarçar uns enjoos, a mãe faz-lhe uma cara esquisita. O que se passa contigo, rapariga? Ela pensa como há-de dizer-lhe Mãe, é assim... Mas anda a adiar. Tantas semanas a adiar. E agora está a ficar sem tempo.Mãe, é assim estou grávida. O quarto ainda recheado de barbies e witches, a cama vestida de rosa, o velho ursinho castanho a preguiçar na almofada, os livros do nono ano descuidados sobre a secretária, e M., contudo, tem um bebé na barriga.
A boca da mãe a abrir-se, a abrir-se, os olhos de M. inundados, aflitos. Estás grávida, como? A mãe a saber como se fazem os bebés e a imaginar a sua menina, a sua princesinha... Não. Como é que podes estar grávida? M. a soluçar os sintomas e a mãe a não querer ouvir, a não querer que ela diga aquelas coisas. Podia ser um dia tão feliz, esse em que soubesse que ia ser avó. Daí a uns dez ou 15 anos. Não este deslustre, este estigma, esta tragédia.
E agora, mãe? Agora vamos secar as lágrimas, vamos pensar. A mãe a investigar-lhe o corpo, a medir-lhe o ventre pueril com os olhos. Uma coisa tão indelével, tão inexorável, tão esmagadora. E agora, Deus? É pecado repor a candura numa menina de 14 anos? Agora fechas os olhos, Deus. Não vês. Caiu uma semente por engano, por azar, no âmago de uma criança. É só uma semente, ainda não é nada, quase nada. Nem todas as bolotas geram um novo carvalho. Tu és Deus, tu compreendes.- Dói a crescer, mãe?- Dói, filha, dói que se farta.
Tantas vezes M. fora mãe a brincar. Imaculadamente, mãe. E não doera. Nunca deixara morrer um tamagotchi. Nunca lhe faltara com papas, fraldas e mimos. Nunca tivera vontade de o desligar.- Como se desliga uma coisa destas, mãe?- Há maneiras, filha, há maneiras.- E dói, mãe?Dói, Deus? Dói para além da memória e da culpa? Para além da vergonha estúpida, da raiva e do remorso? Dói no Céu como dói na Terra? Fica a doer eternamente, à tua conta, pelos séculos e séculos? Um Deus perfeito, um Deus de amor, pode gerar algum tipo de sofrimento? M. escolhe perder o seu bebé, escolhe continuar menina no seu quarto de sonhos cor-de-rosa. E morre a semente inteira de um ser humano para que ela possa ser criança até ao fim. Sim ou não?"
In JN, 28/01/2007 - Fernando Marques , Jornalista - cessa hoje a sua colaboração no JN. A Direcção agradece a dedicação que ao longo desse período demonstrou para com o Jornal.
Esta "opinião" tocou-me.
Contudo, não quero, com isto, influenciar ninguém. Até porque, eu, um adepto do sim, agora que estamos mais perto da votação, sinto que estou cada vez mais indeciso. É um tema complicado. Como disse antes, não é linear. A vida não é a preto e a branco.
Acima de tudo, temos que respeitar as opiniões dos outros. Não há espaço para ideias radicais. Quero apenas que na próxima semana possamos ir todos expressar a nossa opinião, mas, até lá, tenhamos alguns momentos íntimos de reflexão, dado que o tema é sensível e importante. Não estamos "apenas" a escolher um Governo, nem a expressar as nossas opiniões clubísticas ou religiosas. É um tema de cada um. "O aborto não se discute" - Elisa Ferreira, Eurodeputada.
No outro dia vi, num "telejornal", adeptos do sim e do não em plena campanha, e que, por acaso, se cruzaram, a discutirem e a insultarem-se mutuamente. Agora eu pergunto-me, onde está o respeito? E o conceito de sociedade? Penso que acima de tudo temos que ter a consciência que não somos melhores ou piores de os outros que não partilham da mesma opinião. Estamos numa democracia em crescimento, onde terá que haver espaço para a diferença.
Eu que acredito na nossa sociedade, no nosso futuro enquanto país tolerante e num Portugal desenvolvido em todos os campos, fiquei um pouco desiludido.
Todavia. É importante ir votar. Quantos dos que expressam a sua vontade em público não irão votar? E os que não a expressam, será que não vão votar para dizerem que não foram parte integrante da decisão? Poderemos sempre admitir que há quem não queira expressar a seu direito de voto. Claro que podemos. E depois pensamos naquilo que os nossos pais passaram para que todos possamos ter o direito de decidir se vamos votar ou não. Em pior situação estão aqueles que querem votar, mas é-lhes difícil por estarem fora de Portugal (Um abraço Ricardo).
Agora é tempo de reflexão.

Trabalho infantil



""Queria ir trabalhar, mas o Governo não me deixa, merecia uma coça", a rebeldia das palavras do pequeno António (nome fictício) expressa a revolta interior que lhe confunde as obrigações de um rapaz de 14 anos estudar e brincar. António foi apanhado, pela Inspecção-Geral do Trabalho (IGT), nas obras de construção de uma creche-infantário na freguesia de Figueiró-Santiago, em Amarante. Os trabalhos estão a cargo de um empreiteiro local, que além de construtor é presidente da Junta de freguesia onde reside o jovem. (...) A mãe garante que o desejo do filho "não é para ganhar dinheiro porque, felizmente, não precisa". "O empreiteiro deu-lhe qualquer coisa, mas não sei quanto dinheiro foi", sublinha. (...) O autarca, porém, quando confrontado com a situação, nega tudo. "Foi um lapso da Inspecção. Pensavam que o rapaz estava a trabalhar, mas não estava"."

In JN, 28/01/2007

De certeza que este presidente de Junta de Freguesia vai continuar a ser eleito. Talvez ganhe uma Câmara Municipal. Tem o perfil ideal para governar em Portugal.

7 segredos de Lost


"1- O SIGNIFICADO DOS NÚMEROS

4, 8, 15, 16, 23, 42. A seqüência numérica cheia de mistérios, que sempre aparece na série, ganhou uma explicação oficial. Ela faz parte de uma equação criada pelo matemático (fictício) Enzo Valenzetti. E diz quanto tempo resta até o fim do mundo. Alvar Hanso (1), o fundador da Dharma, anunciou isso num vídeo que os produtores de Lost fizeram para a internet. O que Valenzetti fez foi dar valores numéricos para os "fatores humanos e ambientais que levariam ao fim da humanidade". E esses valores são 4, 8, 15, 16, 23 e 42. A explicação oficial termina aí, e você pode interpretá-la como quiser. Mas o ponto é que Hanso, após ter acesso à equação de Valenzetti, entrou de cabeça na idéia de salvar a humanidade da extinção. Como? Leia aqui embaixo.

2- AS ORIGENS DA DHARMA

Se os números representam os fatores que vão levar ao fim do mundo, é preciso dar um jeito de alterá-los. Mas não basta caneta e papel. Segundo Alvar Hanso, para mudar os valores da equação precisaríamos manipular o meio ambiente e o comportamento das pessoas. Para entender isso melhor, vamos chutar o balde e partir para uma interpretação livre: se o número 4 representasse, vá lá, o nível da agressividade humana, precisaríamos baixá-la para 3 ou 2 para salvar o mundo. Hanso imaginou que, com muita pesquisa científica, daria para conseguir algo assim. Então, em meados dos anos 70, fundou a Iniciativa Dharma - sigla em inglês para Departamento de Heurística e Pesquisa em Aplicações Materiais. "Heurística" é o ato de descobrir coisas novas. E era descobrindo coisas, em campos que vão da psicologia ao eletromagnetismo, que a Dharma esperava mudar os fatores numéricos da equação. Para fazer isso de forma secreta, montaram seu aparato científico num lugar ermo: uma ilha que só a cúpula da Dharma sabe onde fica.

3- AS EXPERIÊNCIAS NA ILHA

Não está claro que tipo de pesquisa os cientistas foram fazer lá. Mas não faltam pistas. Algumas inscrições num mapa da ilha que apareceu na TV deixam claro que a Dharma alterou o gene de ursos polares para adaptá-los à selva. Essa seria uma forma de manipular o ambiente para mudar os fatores da equação de Valenzetti. Das experiências com gente, a mais óbvia aparece por toda a 2ª temporada: condicionar pessoas a apertar botões em intervalos fixos de tempo. Mas há outra que só apareceu no vídeo de Hanso: expor pessoas a um vírus mortal. O grupo de cientistas de Danielle Rousseau, que aportou na ilha no final dos anos 80, provavelmente morreu por causa desse vírus. Algumas teorias, aliás, defendem que Danielle e sua trupe foram enviados pela Dharma - apesar de ela ter dito que foi parar na ilha por acidente. Outros que talvez fizeram parte da Iniciativa são eles mesmos: os Outros.

4- QUEM SÃO OS OUTROS

Um porta-voz da Hanso Foundation, a empresa por trás da Dharma, disse numa entrevista (fictícia) ao canal ABC que a Iniciativa encerrou suas atividades em 1987. Então o que os Outros, que controlam instalações da Dharma, estão fazendo na ilha? Certas teorias dizem que alguns deles foram para lá quando eram crianças, nos anos 70, como parte das experiências da Iniciativa com seres humanos. Agora que estão na casa dos 30, 40 anos, eles seqüestrariam crianças para continuar essas mesmas experiências. Note que Benjamin Linus, o líder dos Outros, já disse que "passou a vida inteira na ilha". Outras teorias defendem que eles sejam cientistas dissidentes da Dharma que resolveram ficar na ilha para salvarem-se do apocalipse. Seja como for, eles talvez não sejam os únicos "Outros" ali. Vire a página e confira."

5- UMA CIVILIZAÇÃO PERDIDA

Quem estava na ilha antes de a Dharma chegar? O povo que fez a estátua de 4 dedos, aquela do final da 2ª temporada. Os produtores disseram no podcast de Lost que, sim, ela foi feita antes de a Iniciativa atracar na ilha. O mural aqui do lado, que fica num canto do hatch, mostraria o fim desse povo. Olha a parte em azul do quadro. Essa onda representaria o desastre que arrasou a população nativa: um tsunami - o mesmo que teria levado o navio Black Rock até o meio do mato. Mas a tragédia pode não ter matado todo mundo. Remanescentes ainda viveriam na ilha. E seriam o povo que anda sem deixar pegadas, sussurra no meio da floresta e faz as fogueiras sinistras que aparecem de vez em quando. Algo como "os outros Outros". A ver.

6- O CHEFE SUPREMO DOS OUTROS

Os nomes de Lost não existem em vão - John Locke e Danielle Rousseau, batizados em homenagem a filósofos, estão aí para provar. No caso dos Outros, a inspiração parece ter vindo da Bíblia. E isso pode revelar algumas coisas. Tipo: o líder Benjamin Linus teria um superior vivendo na ilha, Jacob. Ele só foi mencionado uma vez na série, e pode ser o ainda misterioso homem de tapa-olho (1). O fato é que, na Bíblia, Benjamin é o nome do filho preferido de... Jacob (Jacó, em português). O livro sagrado também diz que Jacó é filho de Isaac. E, sim, tem um Isaac em Lost. Ele é um curandeiro que vive na Austrália (2). Foi à clínica dele que Bernard levou Rose para tentar livrá-la de um câncer. É que Isaac usa o que ele chama de "força da Terra" para extirpar tumores e fazer com que paralíticos voltem a andar. A Dharma pesquisa a força magnética toda especial da ilha. Tão especial que destrói cânceres e cura paralíticos. Isaac, então, pode ter conexões com a Dharma. E até ser o chefão dos Outros. Pelo menos é o que está na Bíblia.

7- AS INFILTRADAS

LIBBY - Não faltam suspeitas sobre a moça. Primeiro, ela não revela que já conhecia Hurley antes do vôo. Quando o gordinho diz "Te conheço de algum lugar...", ela só fala: "Você tropeçou no meu pé enquanto embarcava no avião". Mas sabe-se que isso não aconteceu. Também sabemos que o marido dela, morto, se chamava Dave. E que Hurley matou duas pessoas ao derrubar um píer com seu peso. E que ele tem um amigo imaginário chamado Dave. A suspeita é que os dois Daves sejam a mesma pessoa. Hurley teria criado o amigo imaginário por causa da culpa que sente por ter matado o Dave de Libby no píer. Por sinal, esse Dave freqüentava píeres, já que tinha um barco. O mesmo barco que Libby deu para Desmond. Tudo isso indica que ela colocou Hurley e Desmond de propósito na ilha. E que talvez seja uma espécie de recrutadora de "voluntários" para experiências da Dharma.

CINDY - O escritor Gary Troup foi um dos passageiros que morreram na queda. Ele escreveu o livro Bad Twin (lançado na vida real). E dedica a obra ao amor de sua vida: a aeromoça Cindy, uma das sobreviventes. Bom, Bad Twin menciona a Hanso Foundation. Isso indica que Gary (e possivelmente Cindy) tenha alguma ligação com a Dharma. A aeromoça sumiu no meio do mato na 2ª temporada, mas volta agora, na 3ª. A ABC mostrou, num trailer, que ela está vivendo com os Outros. Parece bem feliz. Então nada impede que Cindy já soubesse o que estava acontecendo na ilha, e que tenha ajudado a levar os passageiros do vôo 815 para servirem de cobaias aos Outros. Talvez ela saiba muito mesmo. É que seu ex-amante Gary Troup chegou a fazer um outro livro. A obra se chama A Equação de Valenzetti - aquela mesma, que deu início à Dharma."


In Super Online (Brasil) - Publicado na Edição 236 - 01/2007


http://super.abril.com.br/super/conteudo_207899.shtml

Outros links

http://super.abril.com.br/super/conteudo_207842.shtml

http://super.abril.com.br/super/conteudo_207887.shtml

www.lostpedia.com/wiki/Main_Page

Maior enciclopédia dedicada a Lost

www.4815162342.com

Fórum com centenas teorias sobre o que está acontecendo na ilha

www.lostbrasil.com

Maior comunidade do Brasil dedicada à série

http://gallery.lost-media.com/index.php

Galeria com centenas de fotos de cada episódio

27 janeiro 2007

ver além

"Os políticos têm, na generalidade, vistas curtas. Vivem de eleição em eleição. (...) A educação (da qual depende o progresso dos países) é um investimento a longo prazo. Para os políticos, um aluno passa 12 anos sem fazer nada, nas escolas primária e secundária. Por isso, só investem em coisas que dão votos de quatro em quatro anos. Fazem cortes no investimento na educação (que não se sente) e quem vem a pagar a factura é a geração seguinte, 20 anos depois..."
Aaron Ciechanover (Nobél da Química 2004)

coelho possuído(r)

O Metalúrgico

Fernado Ribeiro é o líder dos Moonspell, banda de ‘heavy metal’ que já vendeu 600mil discos em todo o mundo. Vem da Brandoa, estudou Filosofia e escreve livros de poemas. Diz que o seu lema é fazer com que as coisas aconteçam.

Aos 20 anos (…) dava explicações de Filosofia, o curso que frequentava na Faculdade de Letras, em Lisboa, depois de ter abandonado outra paixão: a Historia. Mostra-se orgulhoso por esse período de trabalhador/estudante: “Inventei a explicação ao domicílio e conseguia tirar, de vez em quando, 50 a 80 contos por mês”.
Os projectos para uma banda a sério começaram em 1989 com os Morbid God. Três anos depois (…) nasciam os Moonspell: “Havia coisas dentro de nós absorvidas de outras bandas, de livros, de conversas que queríamos transformar em músicas de ‘heavy metal’. Não estávamos muito interessados em saber se as pessoas gostavam ou não”, lembra este estudante de Filosofia que nunca terminou o curso. Às tantas teve que trocar os estudos pelas constantes digressões da banda: Estados Unidos, México, Alemanha. O som que criavam valeu-lhes três ordens de despejo da Câmara Municipal da Amadora, mas alguns anos depois a mesma autarquia concedeu-lhes uma medalha de prata de mérito cultural. Com ou sem distinção das autoridades municipais, dificilmente o músico deixaria de afirmar as suas raízes: “Podes tirar um homem da Brandoa, mas não podes tirar a Brandoa de um homem. Tenho necessidade, e admito que talvez seja uma coisa suburbana, de legitimar as minhas origens.” (…)

Do historial da banda, Fernando destaca o projecto de 1999, ‘Butterfly Effect’: “Gosto de o ouvir. Foi o álbum que vendeu pior e vivemos uma fase negra. Pagámos as nossas contas todas e ficamos com 150 euros para o resto do mês. Dou importância às pessoas que sobrevivem com pouco, porque já vivi assim.” (...)
Todos os discos dos Moonspell estão distribuídos e licenciados a nível mundial. Há países, como os da Europa do Leste, onde as vendas só agora começam a ser contabilizadas. A agenda da banda levou-a a actuar perante 3500 pessoas no México ou 2000 na Rússia, mas o máximo foi alcançado no festival Dínamo Open Air, de 1997, com audiência de 60000 espectadores. Por cá, o recorde foi atingido na última sessão do Rock in Rio. À hora que tocaram, a organização contabilizou 45000 pessoas. Os Moonspell já atingiram a barreira dos 600 mil discos vendidos. Em Portugal, cada disco da banda vende em média, no mínimo, 10 mil exemplares. Não chega para ficar rico, nem é esse o objectivo, garante Fernando Ribeiro: “Esta é uma banda de grandes investimentos, os instrumentos são caros. Equivalo-me a qualquer trabalhador: quero ganhar mais, quero ter melhores condições de trabalho.” Para isso há que mostrar valor: “No mundo das artes, diz-se não temos nada a provar a ninguém. É uma mentira confortável, acabas sempre por ter de provar. Se não perdes a pertinência do teu trabalho. A banda da qual já se disse que tirou o ‘metal’ do gueto terminou recentemente uma digressão no Estados Unidos e já está numa ‘tourné’ europeia que a vai levar a Itália, Hungria, República Checa, Alemanha, França e Inglaterra. Em termos logísticos, a viagem pela América não correu bem: “metemo-nos com gente horrível, profissional e pessoalmente.” Serviu, mais uma vez, de aprendizagem, mas também para lembrar que, em certas ocasiões, nascer em Portugal pode ser bom: “Tivemos de andar todos os dias a remendar. Ser português é uma vantagem, é impressionante desenrascanço.”

Fernando Ribeiro, adepto do FC Porto, é um defensor acérrimo dos direitos de autor, vai votar “sim” no referendo sobre o aborto e ataca as classes dirigentes: “Tenho um grande problema com as elites portuguesas, acho que tivemos muito azar com as nossas elites. Muito azar. Estimula-se o ‘statu quo’, a mordomia, a cunha.” Situa-se à esquerda e tece elogios aos comunistas: “O PCP é um partido de trabalho. Vê-se pela quantidade de propostas apresentadas. Nesse aspecto, penso que é um partido exemplar em Portugal.” Mas não deixa de apontar o dedo: “Há uma coisa que une os políticos, a incapacidade de fazer as coisas acontecer. A democracia portuguesa é uma grande desilusão. Somos um país pequeno, inteligente e com potencial. E países assim deveriam ser mais fáceis de governar, mas não.” Pessimista? “Realista”, responde ele, atirando rapidamente com mais uma máxima: “Acredito mais em mudar as pessoas do que em mudar o mundo.”

Arruma a cadeira antes de sair do café onde se encontrou com a nossa NS’, despede-se dos empregados, veste o casaco preto, volta a colocar os auscultadores e encaminha-se para a saída, talvez a ouvir Depeche Mode, uma das suas bandas de eleição, por estranho que pareça. Vai para casa, talvez terminar mais um livro de poemas. Do primeiro “Como Escavar Um Abismo”, de 2001, fica o final do ‘Poema d’Amoniaco’, em jeito de confissão:

“Apetece-me o labirinto.
A morte.
A descida.
Apetece-me ser Demónio.
Dispensar toda
E qualquer espécie
De Vida.”

excertos de uma entrevista à NS', Jornal de Notícias, 27 Janeiro 2007

26 janeiro 2007

Ainda há pastores?

Eis o site oficial.

Tristan da Cunha


"Fica exactamente a meio caminho entre Cape Town e Montevideu e a uns precisos 2 333 kms do pedaço de terra mais próximo. Tristão da Cunha foi descoberto por portugueses há quinhentos anos (e logo abandonado por virtude «das suas altas escarpas») -- e é território britânico. Acabo de saber que a partir de Fevereiro deixará de haver transportes regulares para Tristão da Cunha (eram assegurados pelo RMS St. Helena, um navio-correio inglês). Como não existe aeroporto em Tristão da Cunha, a única maneira de chegar a Edinburgh of the seven seas consiste em apanhar boleia de um navio pesqueiro sul-africano. Acho isto uma injustiça."
via Origem das Espécies

entre Braga e Nova Iorque


via variacoes.com

Muito se fala e ouve nos dias de hoje, em rádio e televisão, de António Variações, porque foi um génio meteórico, toda a gente o reconhece, e também devido ao excelente trabalhos dos extintos Humanos, que quase o fizeram renascer e demonstraram o tamanho da sua adoração entre o povo português.

25 janeiro 2007

homenagem bracarense


via Avenida Central

Miklos Fehér
(1979/2004)

A opinião inesperada

Cientista de proa na procriação medicamente assistida, Mário de Sousa é "pai" de centenas de filhos de casais inférteis. Mas vai votar Sim no referendo à despenalização da interrupção voluntária da gravidez. Porque a vida da mulher é um todo, com corpo e alma, que tem primazia sobre o feto. Este, diz, é "um anexo sem autonomia" até aos cinco meses, altura em que o cérebro começa a funcionar.
(...)
Falou na protecção do embrião, mas alinha num movimento pelo Sim.
Claro. Devemos tentar arranjar todos os artifícios necessários para que qualquer rapariga que engravida leve a gravidez a termo. É nossa obrigação enquanto médicos saber por que não o podem fazer. Se o problema é a família ou o parceiro, devemos oferecer-nos como mediadores. Se invocarem razões económicas, devemos chamar uma assistente social afectiva e compreensiva que as acompanhe e lhes indique meios de subsistência.

Está a dar razão ao Não...
Não. Porque a grande fatia, como revelou um estudo da Associação para o Planeamento da Família, é de raparigas muito jovens que dizem que não estão preparadas naquele momento da vida para ter um filho. Porque são pequenas, estudam, não sabem quem é o pai... Aí temos duas opções ou um sistema ditatorial que obriga a mulher a levar adiante a gravidez e a persegue se ela não levar, ou protegê-la e permitir que aborte de maneira higiénica, rodeando-a de uma série de medidas para que tal não volte a acontecer. E, felizmente, sendo muito rigoroso em termos de fisiologia fetal, o feto não é capaz de sobreviver fora do útero. Idealmente, se pudéssemos tirá-lo logo e dá-lo para adopção, seria a solução. Mas como não tem viabilidade, a primazia é da mãe. Para nós o mais importante é o respeito pela vida que está à nossa frente: a da mulher.

E o argumento de que isso vai banalizar a IVG?
Segundo o estudo da APF, a maior parte das mulheres que abortaram usava métodos contraceptivos, abortou até às dez semanas e tinha formação secundária ou superior. A gravidez é um acidente de contracepção e 90% não repete a experiência. E depois, obviamente, as pessoas têm que ser responsabilizadas. Se eu fosse ministro, as pessoas pagariam a IVG, a não ser que não tivessem capacidade económica. Lembro-me que em França, em 1993, uma rapariga pagava 30 contos para uma IVG num hospital público. Até por uma questão de sacrifício. Não acredito num aumento. Ninguém faz isso de ânimo leve.

O Não busca noutros países justificação da tese do aumento.
É diferente. Se Portugal tivesse despenalizado o aborto no 25 de Abril, a população era então mais pobre, menos culta, haveria um aumento, porque as mulheres já não iam ter medo de pedir ajuda. Teria havido, como noutros países, uma ascensão inicial e depois uma descida até à estabilização. Hoje, há formação.

Fabrica vida e dá a cara pela despenalização do aborto. Contra-senso?
Não! Pelo contrário! Ajudo os casais a ter bebés e continuo a dizer que são o grande milagre da vida! Mas o que lhes digo é que a coisa mais importante da vida deles não é o bebé. Com os que fazem dele o mais importante, geralmente corre mal. O grande motivo deles é o amor que os une. E o bebé é uma dádiva extra, que não pode substituir esse amor. Se me perguntar se numa situação dramática escolho a minha mulher ou a minha filha, a minha mulher tem prioridade. O bebé é uma dádiva, mas não pode ser à toa! Numa fase em que não está preparada, mais vale não destruir a vida da mulher!

Concordo com o Prof Mário quando diz que o aborto deve ser pago. Pelo menos por quem puder pagar. Isso, creio, é impreterível!

22 janeiro 2007

numa palavra

D. Afonso Henriques - Conquistador
Álvaro Cunhal - Artista
Salazar - ditador
Aristides Sousa Mendes - Humanista
Fernando Pessoa - Monstro
Infante D. Henrique - Ciência
D. Joao II - Visionário
Luis de Camões - poeta
Marquês de Pombal - Grande
Vasco da Gama - oportunista

21 janeiro 2007

Europeu de Andebol - Noruega 2008



"A selecção portuguesa de andebol qualificou-se para o "play-off" de apuramento para o Europeu de 2008, na Noruega, ao vencer a Grécia por 24-20 (10-10, ao intervalo), no jogo da última jornada do Grupo 6 de qualificação, disputado em Lagos.
O sorteio do "play-off" realiza-se sexta-feira, em Viena, às 10:00 de Lisboa."
in Antena 1

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Eu acredito nesta renovadíssima selecção de andebol.
Força campeões!

20 janeiro 2007

O ranking das universidades mais globais

"Wake up and smell the coffee, Socrates!" era o que diria o director da Newsweek quando Sócrates lhe dissesse que estava a investir na educação. Com efeito, nenhuma universidade Portuguesa conseguiu chegar ao ranking das 100 mais globais do mundo. E que critérios foram usados nesta sondagem? O número de artigos publicados, a qualidade do ensino e a "multi-culturalidade" de estudantes e docentes. E porquê este último parâmetro? Aos olhos da Newsweek, ter uma população mista com vários ângulos de vista sobre um determinado assunto só pode ser benéfico para um mundo que caminha a passos largos para a globalização. Ou seja, levado à letra, o papel de uma universidade (o de disseminar conhecimento) faz-se na sua plenitude tendo estudantes de todo o lado, para que esse conhecimento possa ser disseminado outra vez em paragens distantes.
Claro está que a universidade que ganhou esta competição foi surprise surprise, Harvard. A maior parte das universidades presentes na lista são Norte-Americanas mas contam-se muitas Britânicas, Canadianas, Chinesas, Japonesas, Holandesas, Alemãs... Mas nenhuma Portuguesa! A Universidade de Edimburgo ficou-se pelo honroso 47º lugar, o sexto entre universidades Britânicas (ou 4º se excluirmos London School of Economics ou Imperial College, universidades centradas no ensino de Economia e Ciências, respectivamente).
O que nos falta para ficarmos um bocado mais à frente neste campo. Primeiro, mudar a mentalidade de contratar um Português pela simples razão que se é Português. A comunidade estrangeira da UM é, no mínimo, ridiculamente pequena. Há que abrir novas vagas para o programa Erasmus, Sócrates (não o da ministra da educação) e programas especiais com Universidades fora da União Europeia. Só trazendo ideias e pontos de vista novos para Portugal poderemos competir com os outros países.
Mas vá lá que não vá, muita gente vai ficar contente pelo facto de a Espanha também não ter nenhuma universidade nesta lista e para essas pessoas isso já é meia vitória. Mas é por causa dessas pessoas que temos que mudar mentalidades.

18 janeiro 2007

Festa Gótica



"O Sporting Clube de Braga comemora na próxima sexta-feira, dia 19 de Janeiro de 2007, 86 anos vida. Para assinalar a efeméride, estão agendadas acções nas quais os Sócios vão participar activamente.
Aqui fica o programa das comemorações que este ano terá as seguintes actividades:

:::Sexta-feira, dia 19 de Janeiro:::

• 09h15
Estádio Municipal de Braga
- Hastear da Bandeira

• 10h00
Cemitério de Monte D´Arcos
Missa

• 10h30
Cemitério de Monte D´Arcos
Romagem às campas dos Sócios Fundadores: Celestino Lobo e Felicíssimo Campos e do Sócio nº3 António Joaquim Machado Almeida, recentemente falecido."
in scbraga.com

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Há rumores que nesse dia, todas as agências funerárias do concelho terão bandeiras do Braga nas montras e nas carrinhas, tal como descontos especiais para sócios do clube. O Monte d’Arcos vai ser espaço reservado com um DJ Koveiro Casaque a animar a celebração. Quem não for Braguista não entra, aguenta mais um dia em câmara ardente…
Com todo o respeito para os falecidos referidos no site do clube e para o cemitério de Monte d'Arcos, estamos perante um evento que demonstra ser um total vazio de ideias, onde se celebra apenas a morte. Gótico, mórbido, o que queiram.

Sons de Vez 2007