09 dezembro 2007

Grande Momento


Edimburgo

08 dezembro 2007

Inaceitável

Manuel Machado lamentou que o “SCBraga seja obrigado a jogar domingo às 15h00, depois de um compromisso europeu e uma longa viagem de regresso”. O jogo da Taça de Portugal é efectuado sem perfazer 72 horas do compromisso anterior, “uma regra que não existe na Federação Portuguesa de Futebol, mas conta nas competições da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, até parece que não é o mesmo futebol português”.

Á questão “tentaram adiar o jogo?”, o técnico respondeu que “no próprio dia do sorteio, pedimos o adiamento à FPF, que nos disse que só poderia acontecer com acordo da A.D. Camacha. Pedimos ao clube, que não concordou e o nosso lamento vai neste sentido. Parece que estar envolvido nas competições europeias não é importante para outros instituições desportivas. Nem FPF, nem Camacha, perceberam que a presença do SCBraga na Taça UEFA prestigia o futebol português, que após o jogo de Salónica chegou a Braga às 06h30 da madrugada de sexta-feira, parte hoje, sábado, para o Funchal, e vai demorar, por força da marcação da viagem, cerca de 7 (sete) horas para chegar à Madeira. Mas apesar da insensibilidade dos responsáveis do Camacha e da Federação Portuguesa de Futebol, nós lá estaremos para ultrapassar mais este obstáculo. in scbraga.com

A Federação Portuguesa de Futebol já não me surpreende com a sua total incapacidade. Quanto ao Camacha, a sua postura neste caso é lamentavel. Dirigentes destes não fazem falta ao desporto. Força Braga.

Em Montalegre



Iniciativa, da Câmara Municipal de Montalegre, estende-se até finais de Fevereiro. Restaurantes do concelho aderiram de forma espectacular. Preço da batata ronda os 30 cêntimos/Kg. Cozido custa a média de 15 euros por pessoa.

«A Câmara Municipal de Montalegre lançou uma campanha de promoção do cozido à barrosã com a particularidade de fazer referência à batata de Montalegre.
O Município há muito que lançou a Feira do Fumeiro e, para além de uma aposta turística com base da natureza e no ambiente, tem vindo a fazer uma campanha continuada de promoção dos produtos locais, entre eles algumas delícias gastronómicas.
A Vitela dos Lameiros de Barroso, o Cabrito de Barroso, o presunto, os enchidos e o pão centeio têm sido produtos de referência e que adquiriram grande projecção.
A Feira do Fumeiro trouxe também a expansão da gastronomia local e o cozido à barrosã institucionalizou-se nesta região. É um prato de Inverno pela gordura e pela pinga que normalmente o acompanha. É mais saboroso nestas terras frias e de neve do Barroso.
Nos fins de semana de Dezembro a Fevereiro os clientes marcam lugar nos restaurantes para saborearem um prato com paladar único.
O cozido é feito à base de carne de porco fumada: pernil, presunto, orelheira, peito e pé. Tudo bem temperado à maneira barrosã e curado com o fumo da lenha de carvalho e com o frio saudável desta terra. Não falta a chouriça, o salpicão, a sangueira e o chouriço de abóbora. Há quem junte galo do campo e vitela. Serve-se com couve levada da geada ou grelos. Há também quem junte nabo, cenoura e mesmo feijão. Todavia, o que dá uma característica mais rica a este prato é a batata de Montalegre, cozida com água de Montalegre». in câmara Montalegre

2000 anos


Arena de Verona - Itália

06 dezembro 2007

Ferramentas para o Mesa da Ciência

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AAUM

Foram 85 por cento, sim, mas isso apenas mostra que “as pessoas estão satisfeitas com o trabalho que a Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) tem vindo a desenvolver”, indicou Pedro Soares à imprensa, logo após a divulgação dos resultados eleitorais. in ComUM

Notícias de outro planeta.

"Diz que até não é um mau blog"


Apreciação de Luís Caldas.

E as nossas sete escolhas são, sem ordem de preferência:

Avenida Central
Bracarae Avgvstae
O Mal Maior
Linha do Horizonte
Remisso
Colina Sagrada
Quartos Escuros

1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários.
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post:
- Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog;
- A tag do prémio;
- As regras;
- E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio.

Enjoy The Silence



Lacuna Coil - Enjoy The Silence [original dos Depeche Mode]

05 dezembro 2007

Café Scientifique Braga - Sessão de Dezembro

A Divulgação Científica

Professora Doutora Raquel Gonçalves-Maia
Professora Catedrática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa


Prometeu roubou o fogo da forja de Hefesto e entregou-o aos homens. Prometeu é o Édipo da vida intelectual. O “Complexo de Prometeu”, disse-nos Gaston Bachelard, é a “vontade humana para a intelectualidade”. Os literatos são intelectuais, todos o sabemos. Sê-lo-ão também os cientistas? Serão uns e outros protagonistas de uma só cultura, ou teremos de considerar que existem duas ou mesmo três? C.P. Snow, os “intelectuais” de John Brockman e os “Pensamentos Secretos” de David Lodge ajudam-nos nas respostas.
Talvez domine a insciência, a falta de referência humana, de testemunho histórico; ou uma concepção errada da natureza da ciência, por deficiente ensino e divulgação. É difícil comunicar ciência, tanto mais quanto mais esta utiliza uma pesada simbologia.
A comunicação feita por imagem emparelhada com oralidade tem adesão imediata em quem vê e ouve. Tem sentimento, intuição e consciência; e, em geral, pouco rigor e pouco conteúdo. Em ciência, a memória visual e auditiva é preciosa, mas insuficiente. A internet, por seu lado, é inestimável, mas, sem aviso, infinita. O papel do livro é transmitir a interioridade que garante a interpretação e o discernimento que qualquer tema científico exige; em discurso escorreito.


Nota: Esta sessão, comemorativa do 1º ano de actividade do Café Scientifique Braga, realiza-se excepcionalmente numa Quarta-Feira, dia 05 de Dezembro, às 21h45 no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca.

Teatro da elite

Insultos, gritaria e troca de acusações. Aconteceu de tudo, anteontem à noite, no Theatro Circo, em Braga, depois da anulação de um concerto "Ópera dos Três Vinténs". Tudo começou em Fevereiro quando foi proposto, em regime de co-produção, um espectáculo de ópera, em que estariam ainda envolvidos a Casa das Artes de Famalicão, o Centro Cultural de Vila Flor, em Guimarães, e o Teatro Aveirense. Nestes três locais houve espectáculos com casa cheia e pagamento de 25 mil euros em dinheiro. Em Braga, só foram vendidos 70 bilhetes, que iriam pagar o concerto.

Segundo António Salgado, um dos intervenientes no processo, o director artístico do Theatro Circo, "alegando não ter a totalidade da verba, disponibilizou-se a fazer duas récitas, pagando apenas uma, e a ceder o dinheiro da bilheteira. Ficava ainda encarregue de toda a parte da produção de muppies, cartazes e flyers". Mas Paulo Brandão nega tudo "Eles que me mostrem um documento qualquer onde isso esteja escrito. O que está contratualizado é que o espectáculo seria pago com a bilheteira". O director artístico bracarense diz ainda que "foram os músicos que cancelaram o espectáculo duas horas antes, numa votação de braço no ar, liderada por António Salgado", que contrapõe: "Paulo Brandão tenta fugir e defender-se como pode de uma situação sem saída que foi, desde o início, uma brincadeira pegada".

Outra contradição tem a ver com o número de espectáculos Brandão diz que só era um. Salgado diz que eram dois. "Começou por ser apontada a data de 8 e 10 de Novembro, mas foi adiada por Paulo Brandão. Apresentou depois os dias 2 e 3 de Dezembro, dias que levaram os músicos a desmarcar outros concertos". O director artístico exige mais uma vez provas: "O que está escrito é um concerto no dia 3, às 21.30 horas, pago com a bilheteira".

Este "processo ridículo", como lhe chamou Salgado, vai agora avançar para Tribunal. Paulo Brandão promete apresentar uma queixa-crime por difamação e atentado ao bom-nome contra António Salgado, Marcos Barbosa e os músicos presentes

António Salgado diz que em 35 anos nunca viu nada assim. "A programação do Theatro Circo é carne picada, importada dos Estados Unidos, com que se fazem hambúrgueres culturais. O Theatro Circo é nesta altura o MacDonalds da cultura em Portugal".

A administração do Theatro vai investigar o caso até ao fim e tomar uma posição depois. in JN

03 dezembro 2007

Bom Vento Tropical


Caracas - Venezuela

Venezuelanos dizem um surpreendente "não" à reforma constitucional proposta por Chávez. Milhares de venezuelanos saíram hoje às ruas do leste de Caracas para celebrar a vitória do "não" - por pouco mais de 50 por cento - no referendo de ontem sobre a reforma constitucional proposta pelo Presidente Hugo Chávez, que já admitiu a sua derrota.
Cerca das 04h00 horas locais (8h00 horas em Lisboa), quase três horas depois de o Conselho Nacional Eleitoral ter divulgado os resultados, formaram-se cortejos automóveis, com buzinas, foguetes e tambores, pelas avenidas de Las Mercedes e Chacao.
Em Altamira (Chacao) os opositores à reforma constitucional ocuparam a Praça de França, local emblemático para a oposição, pois foi ali que em 2002 dezenas de militares se declararam em desobediência ao regime do presidente Hugo Chávez.
Os manifestantes cantarolavam canções em apoio à RCTV, o mais antigo canal de televisão do país, forçado a deixar de transmitir em finais de Maio último porque o presidente venezuelano decidiu não renovar a licença, argumentando que era "golpista".
Também canções alusivas ao futuro, com expressões como "eu fico na Venezuela porque sou optimista" e "não há mal que dure cem anos", se ouviam pelas ruas do leste da capital.
Em contraste com o que acontecia naquela zona da capital e em diversos Estados venezuelanos, as ruas do centro de Caracas, onde tradicionalmente se concentram os simpatizantes do presidente venezuelano, permaneciam vazias, contando-se pelos dedos os escassos veículos que passavam. in Público


Esta notícia tem tanto de bom como de inesperada. Falta saber o que vai Chavez inventar desta vez.

02 dezembro 2007

O fundo do mar - mistério e oportunidade

Hoje de manhã, fiquei encantado com o que descobri no sítio portugaldiario.iol.pt. Deixo-vos aqui o texto:


"São monstros marinhos, fósseis vivos e seres fluorescentes que têm em comum o facto de habitarem as zonas mais recônditas dos oceanos. Todos podem ser vistos pela primeira vez em imagens captadas pela jornalista e cineasta francesa Claire Nouvian, refere a BBC. Munida de câmaras digitais, a profissional conseguiu revelar com detalhe a aventura que empreendeu pelo escuro oceano, a uma profundidade que chegou a sete quilómetros.

«Foi como se um véu tivesse sido levantado, revelando pontos de vista inesperados, vastos e mais promissores», referiu Nouvian.

O resultado da viagem está no livro The Deep, lançado este mês no Reino Unido e nos Estados Unidos: 220 fotografias de seres vivos bizarros e surpreendentes, acompanhadas por textos escritos pelos maiores especialistas mundiais em oceano profundo. O oceano profundo é um dos maiores e mais desconhecidos habitats do planeta, estimando-se que acolha entre dez e 30 milhões de espécies. Curioso é o facto de apenas cinco por cento do leito do oceano ser conhecido com detalhe. As próximas gerações de exploradores têm muito caminho para explorar."


Simplesmente fantástico, imaginem o que ainda faltará descobrir. Fascinante.

Deverão consultar o sítio www.thedeepbook.org, dado que não coloquei as imagens todas neste post.


Euro 2008

Grupo A:

Portugal
República Checa
Suiça
Turquia


A Turquia nunca é uma equipa fácil; a Suiça pode criar-nos imensas dificuldades por jogar em casa; a República Checa é actualmente um colosso do futebol mundial. Temos a vida complicada, mas com esforço e disciplina o grupo está ao nosso alcance.


Os outros grupos são:

Grupo B

Áustria
Croácia
Alemanha
Polónia

Grupo C

Holanda
Itália
Roménia
França

Grupo D

Grécia
Suécia
Espanha
Rússia

Sem dúvida que o "grupo da morte" é o C.

01 dezembro 2007

Maior Festival de Heavy Metal do Mundo



No Wacken Open Air, Alemanha, 2007

1º de Dezembro

Foi outrora na cidade mais dos estudantes do que festa nacional. Recordamos as "troupes" de capa e batina, a moca ornada de fitas ao gosto das raparigas, os galinheiros que se esvaziaram por motivo das ceias académicas, as agitações barulhentas de todas as ruas e durante todo o dia, os polícias que perderam a paciência, os professores que, nesse dia, não tinham autoridade.

O SOLENE TE DEUM

O primeiro dia de Dezembro começava com um acto solena na Sé Catedral: O TE DEUM.
Os estudantes de capa e batina, cansados alguns da ceia do dia anterior, não faltavam ao primeiro acto das celebrações festivas. O enorme espaço da Sé de Braga tornou-se pequeno, não poucas vezes, para os estudantes e para o povo. Que bela música foi executada pelo orfeão dos seminários. O TE DEUM desse dia era efectivamente um número indispensável nas celebrações académicas. Aí se juntavam antigos e modernos, todos quantos falavam a linguagem da escola ou da história. Aí se juntavam todas as instituições de ensino. Aí Braga estava presente. Era um número indispensável das celebrações académicas.

RÉCITA DE GALA

Lembramos a récita do Teatro Circo feita com toda a preparação, com muita competência, e sobretudo com a solenidade que merecia: era efectivamente uma récita de gala, era mesmo um regalo para a cidade que enchia o teatro por completo.

CORTEJO

Depois haviam os cortejos históricos que aglutinavam à sua volta o mundo todo através de todas as ruas da cidade. Cortejo Histórico que se lhe chamou, festa dos estudantes era.


Aspecto do Cortejo Histórico do 1º de Dezembro de 1956


Outro aspecto do mesmo Cortejo Histórico

in Lyceu Nacional de Braga 1836/1986

Braga à Mesa

A apresentação do evento e lista dos restaurantes aderentes, aqui.

via
Município de Braga

Atirar areia para os olhos

O ministro da Saúde veio congratular-se com a redução da incidência de novas infecções de HIV e de novos casos de SIDA. Os números baixaram e desde 2001 que não se vêem tão poucas infecções. Esqueceu-se porventura, é que mesmo assim Portugal é o quarto país com mais novas infecções na União Europeia, o que num país tão pequena atesta a deficiência da prevenção.
Ah, e já agora, seria benéfico para todos, inclusivé para a Economia, se uma acção fosse lançada para educar o povo Português a não discriminar os portadores do vírus. Isso é que é terceiro mundismo.

A solução às vezes está mesmo ali ao lado...

Em plena guerra fria, numa das primeiras missões americanas ao espaço, um dos participantes relatou que teve grandes dificuldades em escrever com a caneta no espaço. A NASA investiu muito dinheiro e passado uns tempos conseguiu desenvolver uma caneta capaz de o fazer.

Hoje, depois de muitos anos passados, sabe-se que a Rússia usava lápis de grafite. ;-) Afinal era bem mais simples e mais barato.

Turismo


Azibo - Macedo de Cavaleiros - foto de Pedro Guimarães


Algumas aldeias transmontanas desertificadas reúnem condições para dinamizar um novo conceito turístico de recriação de épocas históricas ou ambiências capaz de impedir que se transformem em meros vestígios arqueológicos.

A ideia é defendida pelo arqueólogo Luís Pereira, da extensão de Trás-os-Montes do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR).
A região trasmontana contabiliza já alguns casos de aldeias completamente despovoadas, sendo Benrezes, no concelho de Macedo de Cavaleiros, um dos mais emblemáticos. O anterior bispo da Diocese de Bragança-Miranda, D. António Rafael, recorria a este exemplo frequentemente na sua luta contra a desertificação do Nordeste, pedindo para que não se permitisse que a região tivesse o mesmo destino. Esta aldeia "fantasma", a meia dúzia de quilómetros da cidade de Macedo de Cavaleiros, está completamente abandonada e em ruínas. A sua história é feita de lendas de maldições que terão dizimado a população, mas, para o arqueólogo Luís Pereira, a versão mais plausível para este abandono terá sido uma epidemia. A maior parte da população terá sido afectada e a que escapou fugiu da aldeia para a povoação mais próxima de Vale da Porca ou outras. Para trás, as pessoas deixaram, há já várias décadas, as casas e os equipamentos colectivos agora em ruínas, mas ainda demonstrativos da mais pura ruralidade.
"Uma jóia" é como o arqueólogo considera Benrezes, acreditando, por isso, que das ruínas das casas e ruas muralhadas em pedra poderia erguer-se um novo conceito turístico na região, que já é aplicado em outros países. Os adeptos da natureza no seu estado mais puro teriam aqui a oportunidade de desfrutar do mais bucólico cenário, onde não se avista sequer um poste de electricidade. Os campos em volta estão lavrados e, de quando vez, é possível avistar um rebanho entre os tons da natureza junto ao rio Azibo. É numa das margens do rio que se encontra o mais importante e vistoso núcleo da aldeia com um moinho em pedra "altamente sofisticado para a época", dispondo de três mós a trabalhar em simultâneo num processo totalmente tradicional. Os balcões típicos das aldeias transmontanas, com as escadas de acesso à porta principal, ou as tradicionais manjedouras para os animais no andar inferior das casas são algumas das características presentes. Esta ambiência campestre podia ser aproveitada para fins turísticos com a revitalização da aldeia, na opinião do arqueólogo Luís Pereira. Para este técnico, outras aldeias podiam dar origem a projectos idênticos, com outras temáticas ou recriação de épocas históricas relevantes na região. [...] in RTP



Apesar de eu não conhecer a região, lendo esta notícia com atenção, parece-me que a ideia é boa. Havendo vontade política, o projecto poderá andar para a frente. A dinamização do interior do país, com a criação de estruturas para fixar populações e convidar novos habitantes, é uma preocupação que os governantes centrais e locais do nosso país deveriam ter.

Praxe

Duas notícias verdadeiramente arrepiantes sobre o baixo nível em que decorrem algumas praxes académicas. O ambiente universitário deve ser repensado a fundo em Portugal. Há, ano após ano, relatos trágicos da suposta integração universitária, mas raramente há responsáveis. Ou se definem regras sólidas, ou o melhor mesmo será acabar com isto de uma vez por todas.