16 março 2008

Crescimento

A UNICER está a partir de um princípio elementar: querem vender os seus produtos onde se fala português. Como tal, têm investido imenso no mercado angolano, e com sucesso. Realizaram no Estádio Cidadela em Luanda a 4ª edição do Super Bock Super Rock Angola, por onde passaram mais de 40 mil pessoas. Os Xutos e Pontapés participaram neste festival e, a estreia desta banda em Angola, foi um êxito esmagador. As vendas de cerveja Super Bock e Cristal, bem como da Água do Caramulo vão subindo num ritmo constante, estando já a UNICER a planear a construção de uma fábrica em Angola, para simplificar a logística da exportação e ao mesmo tempo diminuir o custo para o consumidor. No volume total de vendas desta empresa, o mercado angolano corresponde a uma fatia de 18% e a nível publicitário, a selecção principal de futebol angolana terá o patrocínio da cerveja cristal.

15 março 2008

Night Eternal



Pré-audição exclusiva aqui.

Dados viciados?

Hoje de manhã tinha este e-mail na minha caixa. Numa situação normal, tinha ido directamente para o lixo. Mas como quem me enviou gosta de relatar muito bem as coisas (vulgo jornalista), resolvi partilhar. E deixar-vos a pensar.

"Corre o rumor de que o sorteio de ontem da Liga dos Campeões pode, afinal, não ter sido tão “à sorte” quanto isso.
No fórum do site Liverpool Echo, um membro colocou uma mensagem perto das 10h30 da manhã, dizendo que teria recebido informações sobre o resultado do sorteio – o qual, relembre-se, estava marcado para o meio-dia, com transmissão em directo para todo o Mundo.
Surpreendentemente, ou talvez não, o palpite foi mais do que certeiro. E agora? Mera coincidência? Ou os dados estavam, de facto, viciados?
A verdade é que suspeitas de sorteios ‘arranjados’ não são novidade nos patamares mais altos do futebol europeu e basta pesquisar um pouco na internet para se encontrar acusações semelhantes em anos não muito distantes – o Euro 2004 é uma das competições visadas. Nenhuma dessas suspeitas dispõe, contudo, de uma base tão “sólida” como esta.

A ‘thread’ da polémica está aqui. (em inglês).

Vejam com atenção o primeiro post e também a página 2.

Tentem depois tirar conclusões... estranho, não?"

14 março 2008

Outras Mesas

«Mecânica Quântica numa perspectiva diferente», por Luís Alcácer, no De Rerum Natura.

Olhar pelo mundo


Captada ontem, na Ponte do Bico, em Braga.

12 março 2008

De quem ter medo?



Sinceramente já não sei de quem fugir. Se da polícia se dos vilões. Atentem no chuto do polícia quando o adepto já está algemado no chão e rendido às ordens policiais. O tal adepto ficou neste estado. A polícia diz que as lesões foram feitas quando o agredido foi algemado no chão. Ontem tomei um chazinho com o Pai Natal.
O Sporting Clube de Braga tem tido uma posição deplorável. Primeiro diz que o local não está coberto por video-vigilância (quando está), depois demora a fornecer as imagens pedidas para que a polícia seja posta em tribunal para depois dizer que as imagens são apagadas depois de 5 dias... Afinal, isto é terceiro ou primeiro mundo?

11 março 2008

Líder

Sou um evadido
Logo que nasci
Fecharam-me em mim,
Ah, mas eu fugi

Se a gente se cansa
Do mesmo lugar,
Do mesmo ser
Porque não se cansar?

Minha alma procura-me
Mas eu ando a monte,
Oxalá que ela
Nunca me encontre.

Ser um é cadeia
Ser eu é não ser
Viverei fugindo
Mas vivo a valer.

Fernando Pessoa

10 março 2008

Café Scientifique Braga - Março

Segunda, 10 de Março de 2008, 21h30
Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, Braga

Doenças do comportamento alimentar: doenças do nosso tempo?



Doutora Lúcia Soares

Médica Especialista em Psiquiatria


Dietas e alterações das vivências da corporeidade. A Anorexia e a Bulimia Nervosas e outros distúrbios do comportamento alimentar, definição, etiologia, manifestações e sintomas, seu tratamento, evolução e prognóstico. Estes serão alguns dos ingredientes que estimularão a conversa nesta sessão.

07 março 2008

Evenfall



Evenfall - Tristania
Call thy name at nightfall
Reach out for thee life's rose
Cast thy veils at sunset
Trespass the waning in my halls
Prosperous beauty
Embraced by eden's heart
Call thy name out tearful
Reveal to me thy deepest loss

[choir:]
Domini
Supratono
Sepultu

Cast... make haste my savage wall
For an end
Thy savage... bleak night
In life thy tears grow scarlet

[Vibeke:]
For thee my beloved
We shall freeze
There for this life with thee I bequeath
Like a promise bevaild by the sea
I still love in decidety(?)

Come desired nightfall
Enchant my grievous loss
Life bewailed at sunset
Trespass the shadows in my heart
Arise before me
Bequeath thy grievous loss
Dark at heart I mourn thee
Replace the vigour she once lost

06 março 2008

O desencantamento em betão (II)

Há pouco tempo escrevi aqui no Mesa da Ciência uma opinião sobre a Urbanização do Mosteiro, em Cabeceiras de Basto.

"Da primeira vez que cheguei à Vila de Cabeceiras de Basto, há mais ou menos 7 anos, lembro-me bem de ter ficado pasmado com a imponência do Mosteiro de São Miguel de Refojos. É um monumento de dimensões consideráveis, enquadrado numa praça ampla, em que os prédios circundantes eram todos muito menos volumosos. Ao mesmo tempo, o traço barroco deu-me uma noção de proximidade com a minha cidade, Braga, rica nesta arquitectura. Os anos foram passando e já perdi a conta das vezes que voltei àquela vila, que como qualquer local, tem a dinâmica própria de crescimento. O terreno ao lado do mosteiro foi completamente reabilitado, e bem, as estradas mudaram, a rotunda Europa nasceu e apareceram os primeiros semáforos. Nasceu também o novo centro de saúde que imediatamente foi sufocado com prédios.... Mas o pior ainda estava para vir: a urbanização que a foto ilustra. Construir mesmo junto ao mosteiro, numa rua (ou avenida) mais elevada, fez com que a imponência da desproporção daquele monumento morresse. Os interesses imobiliários sobrepuseram-se aos séculos de uma harmonia perfeita da paisagem urbana com a Natureza."


A reacção:

"Perguntem a alguns “blooguistas”, retratistas e repórteres cá do burgo qual a intenção ou os motivos subjacentes à foto difusamente divulgada, tirada por detrás das vigas de um prédio em construção na Av. Sá Carneiro, a mais de 100 metros de distância, para obter a imagem mais desfocada, mais desfigurada, do que é para nós a maior jóia cá da terra, o Mosteiro e as suas torres. Seria bem mais fácil e útil, conhecê-las por dentro, subir pelas escadas até ao zimbório e contemplar o encanto da paisagem e a beleza e a grandeza desta terra em franco desenvolvimento.
Há uma fábula bem conhecida “o menino velho e o burro”, que nos deixa um ensinamento que deveríamos assimilar desde crianças, não deveremos ver as coisas apenas pelo lado mais simples ou conveniente. Quantas vezes bastaria dar um passo ao lado (à direita ou à esquerda, não importa), para ter outra visão da realidade e alcançar horizontes que a “objectiva” só por si, não capta, caso “o fotógrafo” assim não o queira.
A estes, e aos seus mais apaniguados seguidores, deixo uma sugestão, para um exercício muito simples: Coloquem-se, agachados, por trás das costas de um “Judas” qualquer, e vejam se lhe conseguem ver a cara…" Assinado como P.L. no jornal Ecos de Basto


Saiba o P.L. que habituado a atentados ao património já eu estou há largos anos. E de resto, sobre a sugestão de visitar o interior do mosteiro, agradeço-a, mas vem demasiado tarde. Aliás, se a vila de Cabeceiras não fosse tão bela e enquadrada num privilegiado cenário natural, eu nem me preocuparia. O Minho é pródigo em caos urbanístico, já Miguel Torga comungava da mesma opinião e sublinhava que Trás-os-Montes ainda não padecia desta "modernidade" a martelo. Mas do alto da Senhora da Orada, ou do parque eólico de Fafe, sente-se o pulsar cabeceirense desenhado a tijolo-burro. E para os que não conseguíram ver o Mosteiro de São de Miguel de Refojos por a dita imagem estar desfocada, deixo o meu contributo publicado na Wikipédia a 26/12/2005. É de domínio público, podem vê-la e usá-la livremente. Mas muitas outras venho publicando ao longo dos anos.

Busteliberne
Moinhos de Rei e Praça da República
Moscoso
Magusteiro
São algumas sugestões de um bracarense, captadas in loco.

05 março 2008

Comprar online

Comprar online neste site é muito mais divertido!

04 março 2008

Avaliação

Quem é que avalia os políticos? Será que eles estariam dispostos a serem avaliados freneticamente pelo seu desempenho pessoal, à parte do cabaret confortável dos partidos, que lhes garantem percentagem nas urnas? Só esta disposição, ou a falta dela no caso dos políticos, cria um abismo imensamente esclarecedor.


[origem da imagem]


A frase do momento...

A frase do momento sobre os problemas do país é: "A culpa não é deste nem daquele... É de todos..."

A melhor forma de desresponsabilizar os culpados é deitar as culpas para a sociedade... Faz-me lembrar o botão de "reset" do computador, sempre que o computador bloqueia (seja qual for a causa) reiniciamos a máquina... O problema é quando o disco vai à vida...

03 março 2008

Retirados 6 pontos ao Belenenses por ter utilizado Meyong ilegalmente

A uns são-lhes retirados pontos. Outros descem de divisão. Será outro exemplo da lotaria do código postal?

O verdadeiro piloto

Este Airbus A320-200 Lufthansa que aterrava em Hamburgo quase que se despenhou. Fustigado por ventos de 90 Km/h, a trajectória do avião foi muito prejudicada. Ambas as asas chegam a tocar no chão, mas mesmo assim o piloto conseguiu controlar a situação. Aterrou em segurança 15 min depois.


02 março 2008

Fantastico

O video já tem um ano de YouTube, mas vale a pena deixar aqui para os mais distraídos como eu...

Crime organizado...

Grandes discussões têm surgido em torno da questão do crime organizado em Portugal. As mais recentes notícias dão-nos conta que o CDS exige a presenção do Sr. Ministro da Administração Interna no parlamento para prestar contas sobre o assunto...

Sinceramente, não percebo... É raro aparecer alguma notícia nos telejornais sobre alguma coisa "organizada" em Portugal, e quando aparece é tudo a deitar abaixo... Se são organizados deixem-nos trabalhar... Eu até acho que o Governo deveria dar incentivos para que possam servir de exemplo...

Bregovic em Guimarães

O concerto abriu com apenas duas cantoras búlgaras, trajadas a rigor, de mão dada e sozinhas em palco. Entretanto, para espanto geral, os músicos de instrumentos de sopro, iam surgindo, um por um, entre o público. A sala que estava repleta, foi obrigada a virar-se de costas para o palco, assistindo a ritmos desconcertantes que esses músicos produziam enquanto caminhavam pelo público. É que eles estavam bem-dispostos, alegres, mas tocavam melodias belas, muito tristes, puramente fúnebres. Subiram ao palco e de seguida chegou o percussionista para os acompanhar na entrada fúnebre. O último a aparecer foi o brilhantíssimo Goran Bregovic. Já com os 10 músicos em palco, soltaram a primeira bomba de adrenalina que imediatamente conquistou o público. Era um ritmo fortíssimo, obrigatório de se dançar, algo que quem conhece de Bregovic vê que é mesmo assim, quase um exorcismo. Dezenas de pessoas saltaram das suas cadeiras e foram a correr para junto do palco. Por lá ficaram a dançar, quase que hipnotizados, até ao final do concerto. Bregovic e o percussionista, que ocupavam a parte central do palco, mantiveram um sorriso contínuo durante todo o concerto. Eles riam-se porque estavam a desfrutar em pleno, porque estavam entregues à música mas também ao público. E aqueles sorrisos pareciam também de alguém que tem consciência que está a fornecer uma droga, tipo o taberneiro que serve ao bêbado uma malga de vinho, em que apenas falta a gota que a fará transbordar. Eles sabiam desde o início que conseguiam levar a sala à loucura, eles sabiam que não ia haver uma única pessoa a ficar sentada, sem dançar. O alinhamento foi equilibradíssimo, alternando entre a festa que nos obrigava a dançar e os ritmos fúnebres, melodias que falam a linguagem da alma e atropelam o espírito. Hinos como in the death car e mesecina não foram esquecidos e esta última fez, com toda a certeza, com que as fundações do magnífico Grande Auditório do Vila Flor fossem estremecidas. Os músicos conseguiram, garantidamente, esmagar o público. Para fechar o espectáculo, e depois de insistentes pedidos da plateia, Bregovic lançou um feitiço chamado kalashnikov. Ele mesmo explicou que no seu país há muitas guerras e que morre demasiada gente inocente. A música, disse ao público [porque há músicas que falam] que apesar de martirizado, o povo dos Balcãs, faz desse cenário de guerra uma festa, vivem as suas vidas em celebração, conscientes que só vivem uma vez. Kalashnikov foi a prova da possessão geral entre o público. Dançámos, saltámos, cantámos, tal como alguns dos músicos, enquanto Bregovic cantava, com o seu copo de whisky na mão, consciente do vírus que espalhara naquela multidão. Absolutamente inesquecível. Brilhante.

Também no Ócio, a convite de Cláudio Rodrigues.




Ao vivo em Milão

01 março 2008

Cultura



O blog especializado em cultura urbana ressuscitou. Nele podemos acompanhar as ofertas culturais que nos são oferecidas por esse Minho fora. De Guimarães para o mundo, o ócio fazia muita falta.

Copo meio vazio


É impressionante como algumas pessoas têm a infelicidade de ver o copo meio vazio, quando na realidade poderiam ver o copo meio cheio.
Ontem vi o jogo do SCB contra o VSC com comentários em Inglês e portanto, imparciais à partida. Durante todo o jogo o comentador louvou o público (dos dois lados), o estádio, a atmosfera, o jogo... E muito dentro da realidade do campeonato Português lá foi dizendo que tinham sido dois pontos perdidos para o Braga, que tinha sido a equipa que mereceu ganhar porque durante a maior parte do tempo foi a única que fez algo para que o 0-0 não perdurasse. O Guimarães tinha ganho um ponto (estes foram os comentários do tal jornalista).
Pena que no fórum superbraga a maior parte dos foristas se comece a atirar à equipa, ao árbitro. Pessoas que dizem que se não ganhamos a estes não ganhamos a ninguém (estão em terceiro), que a jogar assim não vamos a nenhum lado... Até pode ser, mas a acreditar assim mais vale a pena não ver futebol. Poupa-se a chatice de estar sempre no lado escuro.