A figura passaria como um dos postais ilustrados da cidade de Mirandela, mas não mostra uma realidade sentida por quem vive junto ao rio Tua. De toda a água que constitui o quadro, a única que mexe é a do chafariz (raramente ligado), porque a do leito do rio, graças às represas da Ponte Europa, está sempre parada. Um largo espelho de água, com três pontes, sendo uma delas românica, é bonito e dá para fazer jet sky; o pior é isto: o caldo, somado aos contentores do lixo onde se depositam os resíduos domésticos, serviço este pago na conta da água, bem como às condições rigorosas de humidade e temperatura, que tão bem balizam esta cidade na Terra Quente, originam um notável tsunami de mosquitos que invade as casas, principalmente as que estão "em cima" do rio. Então, o saldo reflecte-se na taxa do lixo, nos repelentes, no fenistil e naqueles aparelhos com cheirinho tão simpático. Mas, penosamente, continuo a ter uma vista bonita desde as varandas de casa.
20 maio 2009
16 maio 2009
10 maio 2009
Segunda, 11 de Maio de 2009, 21h45, Estaleiro Cultural Velha-a-Branca
o mundo maravilhoso dos plásticos… será?!Fernando Duarte
Um rápido e atento olhar sobre o mundo material que nos rodeia revela de forma inequívoca a presença dos plásticos na nossa vida. Materiais tradicionais substituídos por plásticos, novas aplicações, novos materiais, biopolímeros… Como é possível que os plásticos estejam presentes em tantas aplicações? Como conquistaram o nosso mundo? Serão de facto importantes? Como seria a nossa vida sem eles? E a poluição que geram, como a ultrapassar? É uma consequência da civilização ou da falta dela? Ideias para partilhar
Café Scientifique Braga
Um rápido e atento olhar sobre o mundo material que nos rodeia revela de forma inequívoca a presença dos plásticos na nossa vida. Materiais tradicionais substituídos por plásticos, novas aplicações, novos materiais, biopolímeros… Como é possível que os plásticos estejam presentes em tantas aplicações? Como conquistaram o nosso mundo? Serão de facto importantes? Como seria a nossa vida sem eles? E a poluição que geram, como a ultrapassar? É uma consequência da civilização ou da falta dela? Ideias para partilhar
Café Scientifique Braga
07 maio 2009
...onde não há fumo do autocarro
Posted by
Francisco Rodrigues
at
19:13
0
teorias
Labels: estão em todo o lado nesta altura, papoilas, Trás-os-Montes
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