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15 novembro 2007
21 outubro 2007
23 setembro 2007
Era bonito...
Vi uma reportagem na sic notícias sobre o crescimento do interesse nos adolescentes portugueses pelo râguebi. Como
exemplo, deram a equipa jovem do Belenenses, que aumentou consideravelmente o número de praticantes nas últimas semanas, graças à participação dos Lobos no mundial, mesmo com os jogos a passarem na sporttv. A RTP ficou muito mal, demonstrando que o serviço público que usufrui é uma anedota pegada. Ao ver aquela notícia, dei comigo a pensar como seria bom ver o Sporting Clube de Braga criar equipas de râguebi, para jovens e adultos em que o Estádio 1º de Maio fosse a catedral do râguebi bracarense. A modalidade é fantástica e o estádio, está à altura de a acolher.
16 setembro 2007
Os Verdadeiros!
Todos estes rapazes são os maiores. Momentos históricos, que aconchegam e aumentam, o orgulho lusitano.
09 setembro 2007
Com um nó no estômago
Como um Português que viveu 8 anos na Escócia e onde aí ganhou a paixão pelo Râguebi, hoje é um dia especial.
Frente a frente estão duas selecções que apoio e que quero que ganhem. Dum lado o meu Portuguesismo não se consegue emancipar e obviamente que quer o melhor do mundo para esta selecção de jogadores que simbolizam o epíteto do jogador amador. Embora a palavra amador tenha nos dias que correm um sentido pejorativo, ela significa o que de mais puro há no desporto. O amor e a paixão por competir e por fazer o tudo por tudo por ganhar. Não consigo imaginar-me a querer que Portugal perca, mesmo que isso seja o mais óbvio. Do outro lado, estão ainda alguns jogadores que me ensinaram o bêábá do râguebi. Fui muitas vezes ver e apoiar a Escócia no mítico Murrayfield Stadium, convivi de perto com muitos jogadores da selecção que vão pisar o relvado hoje (e posso garantir que são muito educados e simpáticos) e nutro uma simpatia especial por esta selecção que se tornou, sem que disso desse conta, a minha segunda pátria.
E tenho um nó no estômago. Se a Escócia perder deita por terra a hipótese de passar à segunda fase (algo que nunca aconteceu) e isso deixar-me-ia bastante triste. Mas quero que Portugal mostre ao mundo que a vontade da Alma Lusitana é maior que qualquer outra e que o Amor, Dedicação e Esforço são atributos tão bons como o Pedrigree.
Só me resta esperar pelo apito inicial. E lá estarei com a bandeira Portuguesa na mão e o casaco da Escócia vestidos. Que ganhe o melhor.
Frente a frente estão duas selecções que apoio e que quero que ganhem. Dum lado o meu Portuguesismo não se consegue emancipar e obviamente que quer o melhor do mundo para esta selecção de jogadores que simbolizam o epíteto do jogador amador. Embora a palavra amador tenha nos dias que correm um sentido pejorativo, ela significa o que de mais puro há no desporto. O amor e a paixão por competir e por fazer o tudo por tudo por ganhar. Não consigo imaginar-me a querer que Portugal perca, mesmo que isso seja o mais óbvio. Do outro lado, estão ainda alguns jogadores que me ensinaram o bêábá do râguebi. Fui muitas vezes ver e apoiar a Escócia no mítico Murrayfield Stadium, convivi de perto com muitos jogadores da selecção que vão pisar o relvado hoje (e posso garantir que são muito educados e simpáticos) e nutro uma simpatia especial por esta selecção que se tornou, sem que disso desse conta, a minha segunda pátria.
E tenho um nó no estômago. Se a Escócia perder deita por terra a hipótese de passar à segunda fase (algo que nunca aconteceu) e isso deixar-me-ia bastante triste. Mas quero que Portugal mostre ao mundo que a vontade da Alma Lusitana é maior que qualquer outra e que o Amor, Dedicação e Esforço são atributos tão bons como o Pedrigree.
Só me resta esperar pelo apito inicial. E lá estarei com a bandeira Portuguesa na mão e o casaco da Escócia vestidos. Que ganhe o melhor.
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