"O Papa chama a atenção para os excessos no abraço da paz, para a confusão que se pode gerar no ofertório e pede contenção nos estilos musicais adoptados durante a missa. Reafirma o celibato dos padres, a impossibilidade de comunhão para os "recasados". Volta a sugerir o Latim e o canto gregoriano em certas partes da eucaristia, mas só nas grandes cerimónias que atraem católicos de diferentes países (Fátima ou Lourdes são disso exemplo)."
Jornal de Notícias - 14/03/2007
Jornal de Notícias - 14/03/2007
O Papa continua a ditar normas para amestrar o seu rebanho. A cada novo devaneio, dá a nítida sensação que quer criar uma instituição baseada no seu gosto pessoal, duvidoso, criando padrões de celebração rígidos, mas que ao mesmo tempo e no limite, diferenciam o seu estatudo que é a personificação do vértice da pirâmide, cada vez mais envelhecida, fanática e desacreditada.













