Mostrar mensagens com a etiqueta cabeceiras de basto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cabeceiras de basto. Mostrar todas as mensagens

02 janeiro 2010

Da Linha do Tâmega


Passam 20 anos sobre a extinção dos comboios que percorriam a Linha do Tâmega até ao Arco de Baúlhe, Cabeceiras de Basto. Este triste acontecimento é muito bem sublinhado pelo Vítor Pimenta, que realizou e publicou este vídeo no Mal Maior.

30 novembro 2008

Tarde de Domingo






Algures na estrada entre Cabeceiras de Basto e Montalegre. [Catarina Lopes]

02 julho 2008

Baixo Nível (IV)


[Clique na imagem para ampliar] - via Remisso

A informação foi inserida e validada no site do Ministério da Cultura pela Direcção Regional de Cultura do Algarve. D. Nuno Álvares Pereira terá então residido em «Cabeceiras de Baixo». Importa-lhes mais, no Algarve, saber a geografia inglesa, com certeza.

01 julho 2008

Baixo Nível (III)


[Ckique na imagem para ampliar] - via Remisso


Numa notícia de Julho de 2007, divulgada no site da Distrital de Braga do Bloco de Esquerda, são abordados alguns concelhos do distrito de Braga. Uma vez mais, surge a designação «Cabeceiras de Baixo». Recomendo aos que querem «baixar» Cabeceiras, uma leitura atenta à obra Novelas do Minho, de Camilo Castelo Branco. Ou então, uma visita, ainda que rápida, à wikipédia.

Baixo Nível (II)


[Clique na imagem para ampliar] - via Remisso

Pela imagem, vê-se que não é só a malta do Público que deve pensar que Cabeceiras de Basto fica perto de Moscovo, e não de Moscoso. Os moços da Assembleia da República têm exactamente o mesmo erro: «Cabeceiras de Baixo». Um provincianismo difícil de aceitar e qualificar.

30 junho 2008

Baixo nível


[clique na imagem para ampliar] - via Remisso

No Público, tratam uma sede de concelho do distrito de Braga, por «Cabeceiras de Baixo». Estamos a falar de um jornal de referência nacional, sobre um tema que de novo não tem nada. Será que eles não viram as camionetas com velhinhos que foram a Fátima e passaram por Lisboa para mandarem aquele abraço ao António Costa? Talvez não tenham internet na redacção, ou geograficamente tenham uma ideia de país dividido. Para os da segunda circular, aqui mora a segunda liga.

15 maio 2008

Olhar pelo Mundo


O Basto - Cabeceiras de Basto

23 abril 2008

Olhar Pelo Mundo


Praça da República - Refojos de Basto, Cabeceiras de Basto

12 abril 2008

Olhar pelo mundo


Praça da República - Refojos de Basto, Cabeceiras de Basto

24 março 2008

Museu das Terras de Basto - Arco de Baúlhe


Já lá estive e aconselho uma visita.

06 março 2008

O desencantamento em betão (II)

Há pouco tempo escrevi aqui no Mesa da Ciência uma opinião sobre a Urbanização do Mosteiro, em Cabeceiras de Basto.

"Da primeira vez que cheguei à Vila de Cabeceiras de Basto, há mais ou menos 7 anos, lembro-me bem de ter ficado pasmado com a imponência do Mosteiro de São Miguel de Refojos. É um monumento de dimensões consideráveis, enquadrado numa praça ampla, em que os prédios circundantes eram todos muito menos volumosos. Ao mesmo tempo, o traço barroco deu-me uma noção de proximidade com a minha cidade, Braga, rica nesta arquitectura. Os anos foram passando e já perdi a conta das vezes que voltei àquela vila, que como qualquer local, tem a dinâmica própria de crescimento. O terreno ao lado do mosteiro foi completamente reabilitado, e bem, as estradas mudaram, a rotunda Europa nasceu e apareceram os primeiros semáforos. Nasceu também o novo centro de saúde que imediatamente foi sufocado com prédios.... Mas o pior ainda estava para vir: a urbanização que a foto ilustra. Construir mesmo junto ao mosteiro, numa rua (ou avenida) mais elevada, fez com que a imponência da desproporção daquele monumento morresse. Os interesses imobiliários sobrepuseram-se aos séculos de uma harmonia perfeita da paisagem urbana com a Natureza."


A reacção:

"Perguntem a alguns “blooguistas”, retratistas e repórteres cá do burgo qual a intenção ou os motivos subjacentes à foto difusamente divulgada, tirada por detrás das vigas de um prédio em construção na Av. Sá Carneiro, a mais de 100 metros de distância, para obter a imagem mais desfocada, mais desfigurada, do que é para nós a maior jóia cá da terra, o Mosteiro e as suas torres. Seria bem mais fácil e útil, conhecê-las por dentro, subir pelas escadas até ao zimbório e contemplar o encanto da paisagem e a beleza e a grandeza desta terra em franco desenvolvimento.
Há uma fábula bem conhecida “o menino velho e o burro”, que nos deixa um ensinamento que deveríamos assimilar desde crianças, não deveremos ver as coisas apenas pelo lado mais simples ou conveniente. Quantas vezes bastaria dar um passo ao lado (à direita ou à esquerda, não importa), para ter outra visão da realidade e alcançar horizontes que a “objectiva” só por si, não capta, caso “o fotógrafo” assim não o queira.
A estes, e aos seus mais apaniguados seguidores, deixo uma sugestão, para um exercício muito simples: Coloquem-se, agachados, por trás das costas de um “Judas” qualquer, e vejam se lhe conseguem ver a cara…" Assinado como P.L. no jornal Ecos de Basto


Saiba o P.L. que habituado a atentados ao património já eu estou há largos anos. E de resto, sobre a sugestão de visitar o interior do mosteiro, agradeço-a, mas vem demasiado tarde. Aliás, se a vila de Cabeceiras não fosse tão bela e enquadrada num privilegiado cenário natural, eu nem me preocuparia. O Minho é pródigo em caos urbanístico, já Miguel Torga comungava da mesma opinião e sublinhava que Trás-os-Montes ainda não padecia desta "modernidade" a martelo. Mas do alto da Senhora da Orada, ou do parque eólico de Fafe, sente-se o pulsar cabeceirense desenhado a tijolo-burro. E para os que não conseguíram ver o Mosteiro de São de Miguel de Refojos por a dita imagem estar desfocada, deixo o meu contributo publicado na Wikipédia a 26/12/2005. É de domínio público, podem vê-la e usá-la livremente. Mas muitas outras venho publicando ao longo dos anos.

Busteliberne
Moinhos de Rei e Praça da República
Moscoso
Magusteiro
São algumas sugestões de um bracarense, captadas in loco.

11 fevereiro 2008

O desencantamento em betão


[imagem gentilmente cedida por Marco Gomes]

Da primeira vez que cheguei à Vila de Cabeceiras de Basto, há mais ou menos 7 anos, lembro-me bem de ter ficado pasmado com a imponência do Mosteiro de São Miguel de Refojos. É um monumento de dimensões consideráveis, enquadrado numa praça ampla, em que os prédios circundantes eram todos muito menos volumosos. Ao mesmo tempo, o traço barroco deu-me uma noção de proximidade com a minha cidade, Braga, rica nesta arquitectura. Os anos foram passando e já perdi a conta das vezes que voltei àquela vila, que como qualquer local, tem a dinâmica própria de crescimento. O terreno ao lado do mosteiro foi completamente reabilitado, e bem, as estradas mudaram, a rotunda Europa nasceu e apareceram os primeiros semáforos. Nasceu também o novo centro de saúde que imediatamente foi sufocado com prédios.... Mas o pior ainda estava para vir: a urbanização que a foto ilustra. Construir mesmo junto ao mosteiro, numa rua (ou avenida) mais elevada, fez com que a imponência da desproporção daquele monumento morresse. Os interesses imobiliários sobrepuseram-se aos séculos de uma harmonia perfeita da paisagem urbana com a Natureza.

30 dezembro 2007

Moscoso




Moscoso - Cabeceiras de Basto

21 outubro 2007

Mal Maior

Hoje passam 24 meses desde que o Mal Maior viu a luz do dia. O Mesa da Ciência saúda este vizinho cabeceirense e a sua escrita contundente, muito bem construída. Ainda que, essa notável perícia em manejar as palavras, seja por vezes, arma contra o mágico da pedreira ;) Agora a sério, que o Mal Maior carregue as novas das belas Terras de Basto por largos anos.

08 outubro 2007

Outras Mesas


Busteliberne, Cabeceiras de Basto

"Cabeceiras de Basto: Brumas no Futuro?" - por Vítor Pimenta, no Mal Maior.

01 agosto 2007

EN 205 (II)

Infelizmente, a asneira vai mesmo ser feita. Dinheiro mal gasto (18 milhões de euros em 4Km de estrada!) no progresso a qualquer preço.

CCCP edition



Neste marasmo sufocante da paralisação bracarense, típico de Agosto, em que as matrículas amarelas se multiplicam, há poucas novidades. O Theatro Circo, ao que parece, está fechado; o gelo estival só é quebrado pela Velha-a-Branca... mas ainda assim, achei muita piada ao novo look do nosso estimado vizinho cabeceirense. Deixo aqui uma homenagem a esse visual, que arde nos olhos.

25 julho 2007

EN 205


Mapa do Estado das Estradas, ACP, 1972

A estrada nacional 205 liga as Terras de Basto ao mar, mais propriamente, o Arco de Baúlhe a Fão, passando por Cabeceiras de Basto, Póvoa de Lanhoso, Amares, Prado e Barcelos até chegar ao litoral. Diga-se que o troço Póvoa de Lanhoso - Cabeceiras de Basto é um desafio à condução: o piso é óptimo, mas a estrada é extremamente estreita e tem curvas que nunca mais acabam. Mas isto é um aparte. Hoje em dia já existe a auto-estrada que liga o litoral a Chaves e que tem saída no Arco de Baúlhe, e aqui é que está o problema.
O Arco de Baúlhe é uma vila do concelho de Cabeceiras de Basto. Todo o trânsito, sem excepção, que vem da auto-estrada passa numa avenida do centro do Arco, tornando esta artéria perigosa e altamente congestionada. A sede do concelho é a vila de Cabeceiras de Basto e ainda fica, no mínimo a 6 Km do Arco. O nosso governo, bem como o poder autárquico de Cabeceiras, projectaram uma via rápida para ligar a sede do concelho à auto-estrada, o que vai arrasar por completo uma paisagem lindíssima do Minho profundo.
Conheço bem aquela zona e, na minha modesta opinião, o troço da estrada nacional 205 Cabeceiras-Arco tem imenso potencial:
é uma via muito larga, com poucas curvas e grandes bermas. Em vez de se construirem viadutos, destruir paisagens, com custos económicos e ambientais elevados, deveriam apenas pôr um separador central na EN 205 e melhorar o piso. Quando muito, para descongestionar a avenida central do Arco e escoar o trânsito proveniente da auto-estrada, bastava construir uma pequena circular, no Arco, que ligasse as portagens à EN 205. Ficava o problema bem resolvido e poupava-se muito dinheiro. A autarquia, com o consentimento do governo, vai cometer um erro enorme, completamente desnecessário: os tunings e as empresas de construção agradecem, este tique de novo-riquismo.

19 julho 2007

A7



A Câmara de Cabeceiras de Basto anunciou hoje a adjudicação da obra de construção de uma via rápida de ligação daquela vila à auto-estrada A7, num investimento de 18 milhões de euros.
Um comunicado da autarquia indica que a construção da via, de quatro quilómetros, começa ainda este Verão e estará concluída no prazo de 15 meses.

A autarquia sublinha, no comunicado, que a nova via facilitará também os acessos aos parques industriais de Lameiros e Olela.

in RTP

17 julho 2007

Absolvido


O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, o socialista Joaquim Barreto, foi hoje absolvido da acusação de crime de participação económica em negócio, no tribunal local.

O autarca era acusado de ter alegadamente lesado a autarquia na aquisição de um terreno na zona industrial do concelho.

in Público