02 janeiro 2010
Da Linha do Tâmega
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30 novembro 2008
02 julho 2008
Baixo Nível (IV)

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01 julho 2008
Baixo Nível (III)

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Numa notícia de Julho de 2007, divulgada no site da Distrital de Braga do Bloco de Esquerda, são abordados alguns concelhos do distrito de Braga. Uma vez mais, surge a designação «Cabeceiras de Baixo». Recomendo aos que querem «baixar» Cabeceiras, uma leitura atenta à obra Novelas do Minho, de Camilo Castelo Branco. Ou então, uma visita, ainda que rápida, à wikipédia.
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Baixo Nível (II)

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30 junho 2008
Baixo nível

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15 maio 2008
23 abril 2008
12 abril 2008
24 março 2008
Museu das Terras de Basto - Arco de Baúlhe
Já lá estive e aconselho uma visita.
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06 março 2008
O desencantamento em betão (II)
"Da primeira vez que cheguei à Vila de Cabeceiras de Basto, há mais ou menos 7 anos, lembro-me bem de ter ficado pasmado com a imponência do Mosteiro de São Miguel de Refojos. É um monumento de dimensões consideráveis, enquadrado numa praça ampla, em que os prédios circundantes eram todos muito menos volumosos. Ao mesmo tempo, o traço barroco deu-me uma noção de proximidade com a minha cidade, Braga, rica nesta arquitectura. Os anos foram passando e já perdi a conta das vezes que voltei àquela vila, que como qualquer local, tem a dinâmica própria de crescimento. O terreno ao lado do mosteiro foi completamente reabilitado, e bem, as estradas mudaram, a rotunda Europa nasceu e apareceram os primeiros semáforos. Nasceu também o novo centro de saúde que imediatamente foi sufocado com prédios.... Mas o pior ainda estava para vir: a urbanização que a foto ilustra. Construir mesmo junto ao mosteiro, numa rua (ou avenida) mais elevada, fez com que a imponência da desproporção daquele monumento morresse. Os interesses imobiliários sobrepuseram-se aos séculos de uma harmonia perfeita da paisagem urbana com a Natureza."
A reacção:
"Perguntem a alguns “blooguistas”, retratistas e repórteres cá do burgo qual a intenção ou os motivos subjacentes à foto difusamente divulgada, tirada por detrás das vigas de um prédio em construção na Av. Sá Carneiro, a mais de 100 metros de distância, para obter a imagem mais desfocada, mais desfigurada, do que é para nós a maior jóia cá da terra, o Mosteiro e as suas torres. Seria bem mais fácil e útil, conhecê-las por dentro, subir pelas escadas até ao zimbório e contemplar o encanto da paisagem e a beleza e a grandeza desta terra em franco desenvolvimento.
Há uma fábula bem conhecida “o menino velho e o burro”, que nos deixa um ensinamento que deveríamos assimilar desde crianças, não deveremos ver as coisas apenas pelo lado mais simples ou conveniente. Quantas vezes bastaria dar um passo ao lado (à direita ou à esquerda, não importa), para ter outra visão da realidade e alcançar horizontes que a “objectiva” só por si, não capta, caso “o fotógrafo” assim não o queira.
A estes, e aos seus mais apaniguados seguidores, deixo uma sugestão, para um exercício muito simples: Coloquem-se, agachados, por trás das costas de um “Judas” qualquer, e vejam se lhe conseguem ver a cara…" Assinado como P.L. no jornal Ecos de Basto
Busteliberne
Moscoso
Magusteiro
São algumas sugestões de um bracarense, captadas in loco.
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11 fevereiro 2008
O desencantamento em betão
Da primeira vez que cheguei à Vila de Cabeceiras de Basto, há mais ou menos 7 anos, lembro-me bem de ter ficado pasmado com a imponência do Mosteiro de São Miguel de Refojos. É um monumento de dimensões consideráveis, enquadrado numa praça ampla, em que os prédios circundantes eram todos muito menos volumosos. Ao mesmo tempo, o traço barroco deu-me uma noção de proximidade com a minha cidade, Braga, rica nesta arquitectura. Os anos foram passando e já perdi a conta das vezes que voltei àquela vila, que como qualquer local, tem a dinâmica própria de crescimento. O terreno ao lado do mosteiro foi completamente reabilitado, e bem, as estradas mudaram, a rotunda Europa nasceu e apareceram os primeiros semáforos. Nasceu também o novo centro de saúde que imediatamente foi sufocado com prédios.... Mas o pior ainda estava para vir: a urbanização que a foto ilustra. Construir mesmo junto ao mosteiro, numa rua (ou avenida) mais elevada, fez com que a imponência da desproporção daquele monumento morresse. Os interesses imobiliários sobrepuseram-se aos séculos de uma harmonia perfeita da paisagem urbana com a Natureza.
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30 dezembro 2007
21 outubro 2007
Mal Maior
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08 outubro 2007
Outras Mesas
Busteliberne, Cabeceiras de Basto
"Cabeceiras de Basto: Brumas no Futuro?" - por Vítor Pimenta, no Mal Maior.
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01 agosto 2007
EN 205 (II)
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CCCP edition
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25 julho 2007
EN 205

Mapa do Estado das Estradas, ACP, 1972
O Arco de Baúlhe é uma vila do concelho de Cabeceiras de Basto. Todo o trânsito, sem excepção, que vem da auto-estrada passa numa avenida do centro do Arco, tornando esta artéria perigosa e altamente congestionada. A sede do concelho é a vila de Cabeceiras de Basto e ainda fica, no mínimo a 6 Km do Arco. O nosso governo, bem como o poder autárquico de Cabeceiras, projectaram uma via rápida para ligar a sede do concelho à auto-estrada, o que vai arrasar por completo uma paisagem lindíssima do Minho profundo.
Conheço bem aquela zona e, na minha modesta opinião, o troço da estrada nacional 205 Cabeceiras-Arco tem imenso potencial:
é uma via muito larga, com poucas curvas e grandes bermas. Em vez de se construirem viadutos, destruir paisagens, com custos económicos e ambientais elevados, deveriam apenas pôr um separador central na EN 205 e melhorar o piso. Quando muito, para descongestionar a avenida central do Arco e escoar o trânsito proveniente da auto-estrada, bastava construir uma pequena circular, no Arco, que ligasse as portagens à EN 205. Ficava o problema bem resolvido e poupava-se muito dinheiro. A autarquia, com o consentimento do governo, vai cometer um erro enorme, completamente desnecessário: os tunings e as empresas de construção agradecem, este tique de novo-riquismo.
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19 julho 2007
A7

A Câmara de Cabeceiras de Basto anunciou hoje a adjudicação da obra de construção de uma via rápida de ligação daquela vila à auto-estrada A7, num investimento de 18 milhões de euros.
Um comunicado da autarquia indica que a construção da via, de quatro quilómetros, começa ainda este Verão e estará concluída no prazo de 15 meses.
A autarquia sublinha, no comunicado, que a nova via facilitará também os acessos aos parques industriais de Lameiros e Olela.
in RTP
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17 julho 2007
Absolvido
O autarca era acusado de ter alegadamente lesado a autarquia na aquisição de um terreno na zona industrial do concelho.
in Público
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