07 setembro 2008
A linha é Tua
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Francisco Rodrigues
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03 abril 2008
V. N. Famalicão - Porto (a sofrer)
"[...]Precisávamos de estar no dia seguinte às 9,30, junto do Palácio de Cristal. Partimos de Famalicão, onde ambos moramos, no comboio urbano que sai às 8,23h.À chegada a Ermesinde, o comboio ficou ainda mais cheio sem a possibilidade de qualquer dos novos passageiros se sentar. Até Campanha, sucederam-se ainda algumas paragens com muito pouco movimento.
A chegada a Porto-São Bento ocorreu às 9,05h, conforme o horário. Ou seja mais de 40 minutos para fazer um trajecto de menos de 40 quilómetros o que significa uma média inferior a 60 quilómetros/hora. E este é um comboio rápido
Seguramente esta é uma viagem que atrai as pessoas por necessidade, não por comodidade. Muitas mais pessoas viajariam certamente por comboio se a viagem fosse rápida e cómoda.
Não se admirem, pois, os leitores se na viagem de regresso, ao fim da tarde, tentássemos - e conseguimos - vir de automóvel, à boleia. Boleia de quem? De uma pessoa conhecida que faz o trajecto Braga-Porto-Braga todos os dias, mas desistiu de andar de comboio por causa do mau serviço prestado.
Mau serviço é a palavra. A CP e a REFER têm de perceber, cada uma nas suas funções, que para atrair um mercado vasto de pessoas que andam frequentemente de automóvel entre Porto e Braga têm de pôr em serviço comboios mais rápidos e mais cómodos.
Não se trata de suprimir, como é óbvio, os comboios que param em todas as estações e apeadeiros. Trata-se de fazer uma natural cadência de rápidos e lentos para satisfazer todos os interessados. No fundo do que se trata é de uma política de bons transportes públicos que a CP e da REFER têm de pôr em prática através de uma boa gestão.
Doutro modo continuam a prestar mau serviço."
in JN, por António Cândido de Oliveira, Professor da Univ. do Minho.
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30 março 2008
Comboio Porto-Braga
Segundo fonte da CP "foram acrescentados nove comboios diários, nomeadamente nos percursos Porto/S.Bento-Braga, mais um comboio; Famalicão - Braga mais cinco comboios; e Braga - Famalicão, mais três comboios"."Como resposta às necessidades dos passageiros que efectuam deslocações pendulares entre o Porto e Braga, foram reduzidos os tempos de viagem em cinco ligações. Menos 10 minutos nos comboios das 07:44 e 17:13, no sentido Braga/Porto e, no sentido inverso, menos 13 minutos no comboio das 06:25, menos 16 minutos no das 07:25 e menos 9 minutos no das 18:25".
"O novo horário resulta de uma solução de compromisso de redução de tempos de percurso, entre 9 e 16 minutos, através da eliminação de paragens intermédias, colmatada com a introdução de novos comboios para manter o mesmo nível de oferta nas paragens suprimidas", acentua a empresa estatal.
Para a concretização da oferta, - acrescenta - "a unidade de comboios urbanos do Porto viu o seu parque de material automotor reforçado com quatro unidades triplas eléctricas".
A CP recorda que "a implementação de qualquer nova oferta na linha de Braga está condicionada por dois constrangimentos da infra-estrutura (troço de via única na Trofa e troço muito congestionado entre Ermesinde e Porto-Campanhã), bem como os cruzamentos de nível da linha do Minho com a linha de Guimarães, em Lousado, e com a Linha do Douro, em Ermesinde".
Acentua que "qualquer solução terá de contemplar toda a região a Norte do Douro, melhorando quer as ligações pendulares de e para o Porto, com as correspondências às viagens de Longo Curso em Campanhã, quer garantindo o serviço local ao longo das linhas, tendo em vista, nomeadamente, a melhoria contínua do serviço prestado na Linha de Braga".
Garante a CP que "não obstante estas dificuldades, novas soluções continuam a ser estudadas para toda a região a norte do Douro que inclui, obrigatoriamente, quer o serviço Urbano quer serviços Regionais da Linha do Douro até à Régua e Pocinho e da Linha do Minho até Viana do Castelo, Valença e Vigo".
As alterações introduzidas na linha Braga/Porto foram bem recebidas pela Comissão de Clientes da Linha Braga-Porto, que saudou, nomeadamente a redução para 50 minutos de uma viagem de manhã e de outra ao final da tarde. Os utentes reclamaram, sexta-feira, em conferência de imprensa, que a CP disponibilize mais dois comboios rápidos, nos dois sentidos, entre ambas as cidades, em horas de pontas. A Comissão revelou que a petição que reclama viagens em 40 minutos já ultrapassou as seis mil assinaturas. in RTP
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08 outubro 2007
Outras Mesas
Busteliberne, Cabeceiras de Basto
"Cabeceiras de Basto: Brumas no Futuro?" - por Vítor Pimenta, no Mal Maior.
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01 junho 2007
Ferrovia Minhota
"O Minho precisa de uma nova rede de transportes ferroviários. Os objectivos da reestruturação desta rede passam por garantir: 1) maior facilidade de acesso aos grandes centros urbanos (Porto, Lisboa, Vigo, restante Galiza e Madrid), 2) ligações rápidas entre as principais cidades do Minho e o Aeroporto Internacional Sá Carneiro 3) mais rápida, segura e confortável mobilidade intra-regional.
A nova Rede de Transportes Ferroviários do Minho prevê que o comboio de alta velocidade utilize o corredor da (já existente) Linha de Braga. Esta situação levará a um ainda maior congestionamento da referida linha e dificultará a entrada em funcionamento de ligações directas entre Braga, Barcelos e Viana do Castelo. De qualquer forma, a requalificação da Linha do Minho (pelo menos até Viana) é urgente e necessária. A alta velocidade permitirá chegar, em poucas horas, a Lisboa, Madrid ou Vigo.
A ligação entre Braga e Guimarães por ferrovia (seja por comboio ou metro) deve ser uma prioridade (A). Esta linha aumentará significativamente a mobilidade intra-regional, ligando as duas maiores cidades do Minho e os respectivos campi universitários. A passagem pelo AvePark (Taipas) permitirá corrigir a inexistência de uma saída da A11 para servir aquelas populações e o emergente parque de investigação científica e tecnológica.
A ligação dos principais centros urbanos do Minho ao Aeroporto Sá Carneiro é outra das prioridades. Apesar de começar a perspectivar-se a utilização do Aeródromo de Braga para receber alguns voos internacionais, sobretudo de companhias de Low Cost, o Aeroporto de Pedras Rubras continuará a ser a referência aeroportuária da região Norte. A ligação entre Braga/Guimarães é actualmente possível seguindo de comboio até Campanhã e utilizando, de seguida, o Metro até ao Aeroporto. Em breve, será possível seguir de Metro a partir da Trofa. Estas ligações apresentam vários constrangimentos, sobretudo em termos de tempo dispendido. A solução B1 é a mais dispendiosa: prevê a construção de uma linha de comboio entre Barcelos e Esposende, com ligação a uma extensão da linha de Metro do Porto (a partir da Póvoa de Varzim). A solução B2 é a mais barata, mas elimina Esposende do mapa ferroviário do Minho: aproveitando o corredor já existente, seria reactivada (com algumas alterações) a linha Famalicão-Póvoa, permitindo criar um comboio directo entre Guimarães-Braga-Famalicão-Póvoa. Aqui, os passageiros teriam que seguir de Metro até ao Aeroporto.
A solução B3 tem um custo intermédio e serve melhor as populações de Braga, Guimarães e Famalicão. A construção de uma nova linha entre Famalicão e Pedras Rubras permitiria aos utentes do Aeroporto seguir, directamente, no percurso Guimarães-Braga-Famalicão-Aeroporto.
A mobilidade intra-urbana terá que ser incrementada com a construção da Rede de Metro de Braga (C). O Parque Urbano Norte (que se acredita seja mais que um estádio e uma piscina), a Universidade, o Novo Hospital, as estações ferroviárias, o centro urbano e as áreas residenciais densas deverão ser ligados por esta nova rede. Uma rede que poderia chegar até Guimarães (alternativa à ligação por comboio) e, numa fase mais tardia, poderá ligar Braga a Vila Verde, Amares e Póvoa de Lanhoso.
São ideias para um debate emergente. São projectos que não será possível concretizar brevemente. Mas debater/projectar/idealizar é sempre um contributo positivo."
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02 maio 2007
Transportes no Minho - III
"É a hora do Minho.
No rescaldo da inauguração do Metro do Sul e num momento em que se discute o avanço do Metro do Porto, é a hora dos minhotos se unirem na defesa de um projecto estruturante e vital para a região: a requalificação e ampliação da ferrovia.
Seja por comboio ou por metro, a prioridade tem que passar pela ligação directa entre Braga e Guimarães, com paragem no AvePark (Taipas). 2011 é uma meta aceitável para a conclusão deste projecto, mesmo a tempo do Projecto Guimarães, Capital Europeia da Cultura.
A segunda vertente do projecto deverá passar pela requalificação da Linha do Minho, pelo menos, até Viana do Castelo, criando ligações rápidas e directas no quadrilátero composto por Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães.
Por último, deverá pensar-se na criação de uma rede urbana de metro na cidade de Braga. Um projecto que permitirá aumentar significativamente a mobilidade intra-urbana e reduzir o tráfego automóvel que começa a evidenciar vários sinais de preocupação: 30 minutos para percorrer os 3 km que separam a Universidade do Minho do Hospital de S. Marcos é tempo demais. Mas ainda hoje voltou a suceder."
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30 abril 2007
Uns comem tudo e outros não comem nada
19 abril 2007
Transportes no Minho - II
17 abril 2007
Ligação Ferroviária Braga - Guimarães II
Os planos regionais de ordenamento do território definem a estratégia regional de desenvolvimento territorial, integrando as opções estabelecidas a nível nacional e considerando as estratégias municipais de desenvolvimento local.
A elaboração de cada um deles é da competência das Comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional, com o envolvimento da administração central, dos municípios e da sociedade civil.
A ideia da ligação ferroviária entre as duas cidades junta a maioria PS na Câmara de Guimarães e o PSD, que já em 2001 defendia o projecto.
Rui Vítor Costa, vereador social-democrata, reiterou, na última reunião do Executivo Municipal, a proposta de um metro ligeiro de superfície que ligue os principais centros urbanos da região - o quadrilátero Braga-Guimarães-Famalicão-Barcelos.
"Aqui vive meio milhão de pessoas e não faz sentido que não exista uma ligação ferroviária", argumentou.
O PSD instou o presidente da Câmara a "despir a camisola do partido e a vestir a de Guimarães" para exigir ao Governo mais investimentos e lutar contra "o maior centralismo governamental de que há memória desde 1974".
O PSD manifestou-se preocupado face à eventual extinção de serviços, referindo-se aos rumores em torno dos tribunais da Relação e do Trabalho. António Magalhães disse que "Guimarães só não tem sido afectado pela extinção de serviços (a excepção parece ser o estabelecimento prisional) devido à sua dimensão."
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Metro de Braga

via Avenida Cental
Linha Branca: TGV
A projectada linha do TGV separa-se da actual linha no terminal de mercadorias (1), daqui muito provavelmente por túnel até à provável nova estação de passageiros (7), continuando por superfície no restante vale. Isto é baseado nos traçados provisórios da RAVE .
Linha Preta: comboios urbanos
O segmento (1) terminal de mercadorias e apeadeiro de Aveleda, (2) apeadeiro Mazagão, (3) apeadeiro Ferreiros e (4) Estação de Braga é a linha já existente (Braga-Famalicão-Porto).
Dado o perfil do terreno, optei por transformar o apeadeiro Ferreiros (3) em estação, assim daqui nasciam duas novas linhas. Uma para Guimarães, utilizando o vale da Veiga, com um apeadeiro no Pinheiro do Bicho (6). Outra para Barcelos, desenvolvendo-se por Sequeira, apeadeiro de Sequeira (5), atravessando o rio Cávado na Pousa, pois a margem direita do Cávado em Barcelos é densamente povoada, ao contrário da esquerda. Apesar das linhas unirem-se na 3, os comboios devem ir até à estação de Braga (4). Por exemplo, um comboio vem de Barcelos e dirige-se até à 4, inverte marcha e desloca-se para Guimarães.
Linhas Verdes: Metro
Linha 1
-Uma das lacunas da actual linha de comboio (Braga-Porto), é a partir da freguesia de Tadim a linha, abandona o rio Este, e faz o trajecto mais curto até Ferreiros, novamente o rio Este. Se a linha acompanha-se o rio, pois o desvio é pequeno, deixava de servir Aveleda e serviria a zona industrial de Celeirós e a própria freguesia densamente povoada. A expansão para Sudoeste, a par de Mercado abastecedor do Noroeste, da zona industrial de Celeirós é inevitável. A (A) e (B) e uma remota expansão servirão esta lacuna do comboio.
-De (B) para (3) o metro terá de contornar a colina, acompanhando o rio Este. Esta zona ultimamente tem andado na mira das imobiliárias. Há uns meses atrás existiam rumores que a Sonae queria construir ali um shopping. (3) interface com os comboios, acesso ao complexo Grundig/Blaukpunt (aproximadamente 4000 trabalhadores).
-(C) Santos da Cunha, serve grande parte da freguesia de Maximinos (+10.000 hab), IEP, algumas escolas, centro de saúde, PJ, empresas, zona com média densidade em serviços e comércio.
-(D) Acesso da Linha ao centro, zona com alta densidade em serviços e escritórios, hospital, Loja do Cidadão, entidades representativas do governo, alta densidade de comércio, Escola secundária D. Maria, parte da freguesia de São Lázaro (14830 hab), etc.
-(E) Santa Tecla, zona com grande densidade em serviços, Clinica Santa Tecla, centro de saúde do Carandá (com urgências 24h), tribunal administrativo de Braga, Caixa, Escola Secundária Carlos Amarante, Escola Secundária Alberto Sampaio, Escola básica André Soares, Mercado cultural, restante parte da freguesia de São Lázaro e São Victor, ...
-(F) interface com a segunda linha, grande parte da freguesia de São Victor (25407 hab), média densidade de serviços e comércio, Gulbenkian, Complexo desportivo da Rodovia.
-(G) Universidade do Minho, Instituto Ibérico, Parte das freguesias de Tenões e Gualtar.
-(H I J) estas últimas actualmente não tem grande razão de existir. No entanto, como podem reparar, está a sofrer um grande desenvolvimento em loteamentos residências de baixa densidade. Estima-se que as freguesias evolvidas, Gualtar, São Pedro Este, Tenões e São Mamede Este dentro de poucos anos possuam cerca 20 000 hab.
Linha 2
-(7) interface com o TGV
-(4) interface com o comboio, grande densidade de escritórios, média densidade de serviços e comércio, parte das freguesias de Real e Sé.
-(K) acesso ao centro, alta densidade de serviços e escritórios, alta densidade de comércio, câmara municipal, tribunal do trabalho, centro histórico, Bibliotecas, museus, etc
-(L) central de camionagem, mercado, média densidade de comércio e serviços, serve parte da freguesia de São Vicente (12162 hab).
-(M) zona central de São Vicente, escola secundária Sá de Miranda (à cerca de 8 anos possuía mais de 6 000 alunos, era a maior do país), Colégio D. Diogo de Sousa, média densidade comercial e serviços, centro de saúde de Infias, cemitério de monte d'arcos,...
-(N) Parte norte de São Victor, BragaParque e Feira Nova...
-(F) interface com o linha 1
-(O) Lamaçães, Nogueiró, escola básica de Lamaçães, alguns serviços e comércio
-(P) Minho Center, grande densidade de comércio (Radio Popular, Media Mark, Office Center, Carrefour,...)
-(Q R S) Fraião, Nogueira, Futuro hospital privado de Nogueira, Escolas básicas de Nogueira. Tal como em Gualtar e Este, esta zona está sobre um forte desenvolvimento, principalmente em vivendas. (OFF: Ultimamente o eixo Fraião-Tenões, sob o monte do Falperra-Sameiro-Bom Jesus, tem estado sob grande pressão imobiliária para vivendas de luxo.)
Esta rede cobre parte do concelho de Braga, faltando a zona do Cávado. Esta zona é a mais importante, pois é para aqui que a cidade vai desenvolver. Segundo declarações do vereador responsável, a câmara de Braga está a elaborar o plano de urbanização para a expansão da cidade no vale do Cávado. A possível fusão dos parques industriais de Palmeira e Adaúfe (+-190 hectares) com a construção da variante do Cávado, parque tecnológico de Vila Verde e Amares (100 hectares), a expansão do parque empresarial de Frossos, DolceVita Braga (3500 empregos directos), pressão imobiliária na zona do novo estádio (Parque norte), a actual proliferação de zonas residências de baixa densidade entre Frossos, Tibães, Merlim, Prado. Perante este cenário, que soluções para o vale?? Estender uma das linhas do metro, é que no máximo (a exagerar) a linha só vai até Vila Verde (7Km) porque depois é serra, por isso comboio não é boa ideia."
por Snitrom
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14 abril 2007
Ligação Ferroviária Braga - Guimarães
A elaboração do referido plano é da competência das CCDR, que estão obrigadas a garantir o envolvimento, ao longo do processo de elaboração e posterior aplicação do plano, dos diferentes sectores da administração central, dos municípios e, também, da sociedade civil, de forma que cada PROT tenha não apenas a aprovação formal das entidades intervenientes mas, igualmente, a aceitação de todos os que irão participar na sua execução.
Assim, na próxima semana o presidente da Câmara e os responsáveis do Planeamento da autarquia serão ouvidos pela CCDR no âmbito do processo de elaboração daquele documento, que tem por objectivo integrar os planos directores municipais (PDM) em elaboração ou colmatar as faltas de coerência entre eles.
Estes planos de nível supramunicipal são instrumentos estratégicos que estabelecem as linhas orientadoras do desenvolvimento, organização e gestão dos territórios regionais e enquadram não só os planos de nível municipal (PDM) e as áreas sujeitas a planeamento especial mas também as grandes intervenções e os investimentos estruturantes a realizar no espaço regional."
Já é um começo. Falta Braga mexer-se.
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Francisco Rodrigues
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