26 fevereiro 2007
Racismo? Não, obrigado
25 fevereiro 2007
Casa das Artes - Arcos de Valdevez (24/02/2007)
-> foi uma atitude muito corajosa por parte dos responsáveis da Casa das Artes em contratar uma banda de Heavy-Metal de nível mundial para cabeça de cartaz, na mostra de música moderna entitulada Sons de Vez, que dura largos fins-de-semana e já tem sido feita há vários anos. Os ingressos eram baratos, logo a procura foi esmagadoramente maior que a oferta, mas tudo se desenrolou no maior civismo, com a consciência que milhares de pessoas não conseguiram bilhete, para aquele que foi um concerto de descentralização, da maior banda portuguesa. Os meus parabéns à organização, estiveram em grande;
-> ficou provado que os admiradores do estilo imortal (Heavy-Metal) são pessoas civilizadas. Portaram-se com elevação e no final não havia um arranhão que fosse, tanto na sala do concerto como no bar da Casa das Artes. Fica um aviso às "grandes cidades" que às vezes têm tudo, mas acabam por não terem nada: diversifiquem as ofertas culturais, optimizem os seus espaços, mesmo os teatros e não tenham medo de satisfazer as populações, até as que gostam de coisas diferentes. Num concerto de Metal ninguém anda com tochas ou facas na mão, ou a cuspir fogo, nem a matar galinhas; já vi os Moonspell em 2001 no Coliseu de Lisboa, cheio como um ovo e nada de mal se passou. Porque não vê-los um dia no Teatro Circo, ou a outra qualquer banda do estilo imortal?
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Francisco Rodrigues
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Dever ser um doente mental
In Record, 25/02/07
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Pedro Almeida
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23 fevereiro 2007
Next Stop: White Hart Lane
Força Braga!
Nota: o Braga que reanime o marketing urgentemente, repondo stocks, inventando promoções, etc.; esta eliminatória com o Tottenham tem que ser aproveitada a todos os níveis e já que neste capítulo ainda pouco se faz, ao menos que se improvise.
Zeca Afonso
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22 fevereiro 2007
Enorme
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Everything Dies
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21 fevereiro 2007
Por cá
Quem ainda não viu e apesar de a hora não ser a ideal, penso que é uma excelente oportunidade de conhecer este documentário absolutamente fabuloso. A não perder.
via: aindahapastores.net
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Francisco Rodrigues
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Encerramento de Urgências
"Para lá do Marão, mandam os que lá estão."
Pronúncio
Jorge Costa (na primeira entrevista oficial como treinador principal do Sporting Clube de Braga)
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20 fevereiro 2007
Escândalo
O Sporting de Braga ganhou ao Parma na 1ª mão por 1-0; mas parece que vai para Itália jogar a 2ª mão já em larga desvantagem, sob um escândalo anunciado e, por enquanto impune. A UEFA continua má, mesmo com o Sr. Platini, talvez ainda pior.
Baile de Máscaras
Sugestão de Entrudo, Primus - Mr. Krinkle
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19 fevereiro 2007
João Jardim vai a votos...
João Jardim acaba de apresentar a sua demissão e já redirigiu o seu discurso no sentido do que fez no passado... Prepara novas eleições...
Jorge Costa

Depois da derrota em Leiria, Rogério Gonçalves deixou o comando técnico do Sporting de Braga. O homem que se segue é Jorge Costa que vai ser coadjuvado por Jorge Vital e Miguel Cardoso, segundo o comunicado oficial emitido pelo clube. Previsivel.
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Entrudo
via C.M. Montalegre
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18 fevereiro 2007
Parabéns Campeão
Parabéns Campeão!
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17 fevereiro 2007
16 fevereiro 2007
Outra vez?
6.046 adeptos em Braga: «É uma vergonha», lamenta o presidente Salvador.
__________________________________________
-vergonha é o Braga simplesmente não ter política de marketing;
-vergonha é a secretario do Estádio 1º de Maio. Cada vez que entro por aquela porta pergunto-me se voltei à década de oitenta. Paredes brancas, duas mesas, dois computadores e nada funciona. É penoso lá ir;
-vergonha é o site oficial do clube. Há clubes na 3ª divisão inglesa com sites muito mais funcionais, mais utéis;
-vergonha é a loja do Braga, enfiada num buraco onde ninguém vai e que só vende tralha horrível, sem as coisas mais básicas que se exigem a uma loja. É uma epopeia alguém conseguir simplesmente uma camisola do Braga com o seu nome estampado: impossível. Não há produtos para bebés. A loja é verdadeiramente, UMA VERGONHA. Mudem-na de sítio, ponham-na num centro comercial e vendam produtos diversificados e de qualidade. Abram os olhos;
-vergonha é o Braga não ter uma loja on-line;
-vergonha é ser impossível pagar quotas ou comprar bilhetes por multibanco;
-vergonha é ir às bilheteiras do Estádio Municipal de Braga e ver, permanentemente, um cartaz: "Multibanco fora de serviço";
-vergonha é o Braga querer ser grande a todo o custo, aos olhos do presidente, e não ver estes problemas;
Mas vergonha maior é saber que estes problemas existem, não se fazer nada e dizer na comunicação social que os Bracarenses são uma vergonha. Chega de insultos. Não basta vender jogadores caros e ganhar dinheiro, há que saber tratar e cativar os Bracarenses, com profissionalismo. Quando o Braga deixar de ser uma vergonha nos aspectos que enumerei, aí sim, veria alguma legitimidade nas palavras do presidente. Enquanto isso, o meu fanatismo saudável move-me sempre rumo ao Estádio, consciente que as coisas não vão mudar, e ontem lá estive.
E já que o presidente é construtor, que faça um mega-centro comercial ao lado do Estádio: é a única maneira de centralizar aquela zona RURAL, de ganhar lugares de estacionamento e de meter mais gente no estádio. É uma sugestão que lhe dou.
15 fevereiro 2007
SCBraga e Sic inovam
O jogo do Sporting Clubde de Braga contra o Parma, para a Taça Uefa, vai ser transmitido pela Sic através da internet e para os telemóveis. Independentemente do resultado que se verificará, o Braga já entrou neste jogo a ganhar.
[Ricardo, sendo assim acho que vais poder ver o Braga aí em Edimburgo.]
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Francisco Rodrigues
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14 fevereiro 2007
na mesa da ciência
Daqui a 2 minutos faltarão para a 1h00 o dobro dos minutos que há vinte e cinco minutos passavam do meio dia. Que horas são agora?
por Prof. Mário Martins
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Francisco Rodrigues
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Física quântica: cientistas param raio de luz e libertam-no mais tarde
Embora com erros crassos a nível da contrução de frases e de algumas expressões físicas (tal como "fracções de grau abaixo do zero absoluto") esta experiência permite-nos dar um passo gigante não só na compreensão da física quântica mas também nas suas aplicabilidades.
Um aparte. Esta mudança de valor da velocidade da luz nada tem a ver com a que o Prof. Magueiro defende. O Prof Magueiro discorda de Einstein ao dizer que no vácuo a velocidade da luz pode não ser constante e tal poderá ter acontecido após o Big Bang. Revisitando o post d'"A Fórmula de Deus" por este pequeno detalhe se pode ver que a teoria sob a qual a permissa de que Deus existe devido a tudo estar feito para que haja vida cai em descredo.
in Público
Publicado na "Nature"
Física quântica: cientistas param raio de luz e libertam-no mais tarde 07.02.2007 - 20h04 Lusa
Uma equipa de físicos da Universidade de Harvard conseguiu parar um raio de luz numa matéria colocada a uma temperatura muito baixa e projectá-lo de novo à distância, a partir de outra concentração de matéria. O relato do feito foi publicado na revista "Nature".
Entre as duas acumulações de matéria estava um fosso de 160 micrómetros — uma distância ínfima à escala humana, mas substancial segundo as regras da física quântica, que reagem ao infinitamente pequeno.Num artigo hoje publicado pela revista "Nature", a equipa de Naomi Ginsberg explica ter dirigido um laser a um alvo formado por alguns átomos de matéria arrefecidos a temperaturas muito baixas.A algumas fracções de graus acima do zero absoluto (-273 graus) entra-se no mundo misterioso dos condensados de Bose-Einstein, um outro estado da matéria com propriedades físicas bastante diferentes dos tradicionais estados gasoso, líquido e sólido.A essas temperaturas muito frias, parte dos átomos de matéria refugiam-se num estado de energia o mais baixo possível. Os condensados de Bose-Einstein revelam aí as suas características desconcertantes, onde as regras da física tradicional parecem não entrar.Na experiência norte-americana, os fotões do raio laser desaceleraram, passando da velocidade da luz (300 mil kms por segundo) para 20 kms por hora, e pararam depois."A informação [a amplitude e a fase do sinal luminoso] ficou impressa como um holograma na matéria do condensado, dando origem a uma cópia absolutamente perfeita da pulsação da luz, mas sob a forma de matéria", explicou Lene Vestergaard Hau, um dos signatários do estudo.Neste meio tão especial, o comportamento da matéria não difere muito do das ondas, com os especialistas a falarem de "ondas de matéria".A "onda de matéria", com as características do sinal luminoso, derivou depois para fora do primeiro condensado e juntou-se ao segundo, algumas fracções de milímetros mais longe. Quando esta onda de matéria entrou no segundo condensado ressurgiu dela um raio idêntico ao primeiro.Num comentário publicado no mesmo número da "Nature", Michael Fleischhaurer, da Universidade de Kaiserskautern, sublinha que os dois condensados foram preparados de modo independente. Por isso, a experiência só pode entender-se se os átomos dos dois condensados forem considerados objectos absolutamente idênticos do ponto de vista quântico.Esta experiência poderá desembocar, a prazo, em importantes inovações tecnológicas, podendo, por exemplo, imaginar-se computadores quânticos em que o fotão possa substituir o electrão como vector de informação."Para poder tratar dados quânticos, é necessário construir uma rede. Os fotões da luz podem servir para transmitir a informação quântica e os átomos são ideais para a armazenagem e o tratamento", precisou este cientista.
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13 fevereiro 2007
Desastre
O saber do café e o sabor da ciência
Ontem, a 3ª sessão do Café Scientifique foi um verdadeiro sucesso. Para começar, uma palavra de agradecimento ao Doutor Zeferino Ribeiro pela disponibilidade, acessibilidade e pelo excelente contributo na sessão. Outro mérito que deve ser reconhecido, foi a brilhante moderação do debate feita pelo Nuno, tal como já o tinha sido o Ricardo anteriormente.
Contamos com uma lotação completamente esgotada, com uma assistência contínua de perto de 50 pessoas, mas no total com as que iam chegando e partindo, penso termos chegado às 60 pessoas.
A sessão seguiu os trâmites normais do Café Scientifique, com uma exposição/introdução feita pelo Doutor Zeferino sobre As Esquizofrenias (onde explicou, entre outras coisas, o porquê do uso do plural em esquizofrenias), seguida do debate. Neste, logo tivemos a percepção que, tal como uma senhora disse, ninguém estava ali por acaso: havia imensa gente presente que lidava com a doença, ou devido a amigos ou familiares. O Doutor separou objectivamente as águas entre esquizofrenia e depressão, como doenças completamente distintas; também foi demonstrada a esquizofrenia como sendo uma doença que se manifesta tipicamente, na sua fase inicial, em homens a partir dos 18 anos, e nas mulheres depois dos 25 anos; analisamos também os surtos da doença e a protecção imposta pelos fármacos, tal como o papel determinante da familia no combate à doença. Realce importante tiveram o meio e a carga hereditária como potenciadores da esquizifrenia.
Foi sobretudo uma partilha de experiências riquíssima das pessoas que sentem a doença no espírito e na carne, experiências esclarecidas pelo Doutor Zeferino; houve também a oportunidade para se erradicar alguns mitos associados Às Esquizofrenias, tal como a ideia de se pensar que estes doentes são violentos: ficou claro que não o são. Outro aspecto rico do debate foi a partilha de experiências de uma brasileira que comparou muito bem o espectro da doença no Brasil e na Europa, já que esta brasileira é colaboradora do Doutor Zeferino. Outra nota exposta pelo Doutor foi a impossibilidade de tratamento de doentes esquizofrénicos sem o recurso a fármacos.
Foi uma sessão muito rica em aprendizagem por quem estava por fora da doença, tal como eu por exemplo, mas também muito produtiva na toca de conhecimento por parte das pessoas com familiares doentes e que não tiveram receio em partilhar as suas emoções, as suas vivências ao lado das Esquizofrenias.
Quero agradecer, em nome do Café Scientifique, a todos os presentes ontem na Velha-a-Branca, ao Doutor Zeferino Ribeiro uma vez mais, ao Diário do Minho pela dupla publicitação do evento, ao blogue do Bar Azul e à Ana Peixoto pela sugestão do tema e do convidado.
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12 fevereiro 2007
virus do Murinho
“Podes tirar um homem do Murinho, mas não podes tirar o Murinho de um homem.” (Desconhecido)
Cedi à vontade dos pedidos intransigentes de pessoas infectadas com o vírus do Murinho, para fazer esta publicação. Pessoas estas que ainda frequentam esporadica ou assiduamente as homilias naquele local pesadamente amaldiçoado, que suscita personificações aterrorizantes, mas ao mesmo tempo vitais para enfrentarem o quotidiano com a (a)normalidade possível. O intuito desta publicação está longe de ser meramente publicitário, mas antes uma dedicatória aos cúmplices ausentes que, por razões profissionais, académicas, por motivos de força maior, ou por simples fuga a insónias delirantes e esmagadoras que os atormentavam, se encontram agora em diferentes partes do mundo. A todos eles, um forte abraço, de quem vai aguentando a pressão, no limite da (in)sanidade.
11 fevereiro 2007
Triste e revoltado
Abstenção ~ 60%
É incrível como um país que se quer um país de primeira linha se está tanto nas tintas para eleições.
Talvez o problema não esteja ns governos, talvez esteja nas pessoas!
Mágico Braga

Somos a única equipa portuguesa ainda a competir em todas as frentes:
Campeonato
Taça de Portugal
Taça Uefa.
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09 fevereiro 2007
A Fórmula de Deus
Neste livro, José Rodrigues dos Santos tenta provar que Deus existe, através de um romance com muita acção, baseando-se para isso em teorias da física actual.
Antes das teorias vamos ao livro. Não vou resumir a história, pois não quero estragar a leitura de ninguém mas basicamente consiste num grande mal entendido entre o Irão e os Estados Unidos. O Irão tem um documento escrito por Einstein e seus discípulos (um Português e um Tibetano) que pensa ser a fórmula para uma bomba atómica. Os EUA por sua vez querem esse documento. Com raptos, prisões torturas e viagens a acção navega por águas seguras com todos os condimentos para prender o leitor. JRS não só cria um laço de amizade entre o leitor e Tomás, o "herói" do enredo como também mantém outras estórias agradavelmente entrosadas com a acção do livro: a relação "proíbida" com Ariana, o estado de saúde do pai... Dizem que é uma acção ao estilo Dan Brown mas como nunca li este último, não posso dizer nada sobre isso. Mas duvido que Dan Brown tenha um vocabulário tão rico como JRS!
Há no entanto uma pechazinha na escrita. Acho que especialmente a nível dos diálogos, JRS não se sente muito confortável. São diálogos com interjeições que às vezes parecem puxadas à pressão (como por exemplo o ubiquito "Puxa!"). Além disso, JRS sacrifica um pouco os diálogos para explicar as teorias físicas pelas quais tenta provar que Deus, afinal, existe, o que é compreensível.
Quanto à física. Bem, admito já que a minha física é bastante básica! Mas vou usar aqui o espírito crítico que defendi há alguns dias atrás neste mesmo blog. Creio que se a primeira parte da teoria (a de que a teoria quântica, os teoremas da incomplitude e o princípio do caos) é bastante interessante e crível, já a segunda (que acenta numa espécie de teoria Antropocentrista) é bastante insuficiente. Durante o meu doutoramento aprendi (da pior maneira) que as associações, por mais fortes que sejam nem sempre se traduzem em regras. JRS tenta provar que as muitas coincidências ao longo dos 15 milhões de anos de existência do universo que possibilitaram a vida se traduzem numa vontade de uma força maior em criar condições para que nós vivamos. Vou dar um exemplo: na biologia vemos o contrário disso todos os dias. É muito comum ouvir dizer que a natureza é uma máquina perfeita, que é impossível contruir algo tão intricado sem se ser tão perfeito como Deus. Poderíamos, se quiséssemos seguir a fácil teoria de que tudo é feito para possibilitar a vida, defender que tal grau de perfeição teria de ser desenhado por um poder maior, um poder que pudesse (desculpem a paranomásia) desenhar algo sem mácula. No entanto, se estudarmos a evolução da vida, especialmente com a ajuda da genética evolutiva, vemos que o que parece uma máquina perfeita não é mais do que um acumular constante de erros. As mutações (que acontecem ao acaso), ou deixam o indivíduo menos capaz de sobreviver (o que acontece 99.999999% das vezes) ou então dão-lhe uma vantagem em relação aos seus pares e permitem-lhe uma disseminação mais eficaz dos seus genes. Do ponto de vista do produto final poderíamos dizer que uma força maior agiu para que fosse possibilitada a vida a este ser. No entanto, do ponto de vista de quem acompanha a história (e vê as tentativas falhadas) isto é uma ocasião onde o acaso e a sorte se juntaram para possibilitar a vida. É assim que eu penso em relação à segunda via para provar a existência de Deus. O universo em que vivemos é uma ocasião onde o acaso e a sorte se juntaram para possibilitar a vida. Quem sabe se já não houve 100000000000000000000000000000000000 de Big Bangs e Big Crunchs?
O resultado final é um bom livro com motivos de interesse. E isso, num livro, é o que interessa! Mas, especialmente importante ao ler este livro, não descuremos do nosso espírito crítico!
cosmética
Em todos os castelos de Portugal, por vezes vê-se a bandeira portuguesa ao sabor do vento. No castelo de Chaves, por exemplo, nunca a retiram, só a substituem quando está arruinada pelo tempo. Não deixa de ser pitoresco um símbolo republicano em estruturas plenamente monárquicas.
07 fevereiro 2007
Ave Satani
Só os padres não prescindem de dar conselhos sobre a reprodução e a sexualidade!"
por Kiko Mau Feitio
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06 fevereiro 2007
Fim de poema
Para que nem tudo vos seja sonegado,
cultivai a surdina.
Em surdina, preparo os utensílios,
em surdina, preparo-me para morrer...
Amo-te! Chut! Em surdina!
A minha vida, nesga entre dois ponteiros,
fecha-se,
em surdina.
Sebastião Alba, inédito
Uma pequena homenagem ao amigo que partiu.
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koolricky
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05 fevereiro 2007
Espírito crítico
Algumas pessoas nascem com ele. Algumas pessoas aprendem-no. Não interessa. O que interessa é que sempre que nos digam qualquer coisa, por mais douta que seja a pessoa que afirme isso, olhemos com atenção para o que foi dito e façamos a nossa opinião consoante o que nós sabemos.
Usemos o espírito crítico. Faz muita falta em Portugal.
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koolricky
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Labels: espírito crítico
03 fevereiro 2007
Café Scientifique - BRAGA
A próxima sessão é Segunda, dia 12 de Fevereiro, às 21h45, no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, no Largo da Senhora-a-Branca, nº 23, em Braga. Esta sessão conta com o convidado, Doutor Zeferino Ribeiro, médico, especialista em psiquiatria, director clínico da Casa de Saúde de S. João de Deus, Barcelos, que apresentará o tema:
Esquizofrenias: um desafio para o séc. XXI
Pretende-se problematizar a evolução histórica do conceito de "esquizofrenia" e discutir brevemente as teorias etiológicas mais recentes e os avanços no tratamento desta doença, perspectivando o triplo desafio que esta doença, enquanto paradigma das doenças mentais, representa: a evolução dos tratamentos desde o tratamento psicofarmacológico à reabilitação psicossocial; a compreensão do funcionamento do cérebro humano e como se dá a interacção entre factores genéticos e ambientais; e finalmente, um compromisso ético com a pessoa que sofre, desafiando o olhar reducionista das neurociências.
Para mais informações, consultem os seguintes sites:
http://www.csbraga.blogspot.com
http://www.velha-a-branca.net
http://www.cafescientifique.org
O Café Scientifique é um espaço de discussão informal, de entrada livre, que pretende trazer ao público geral as inovações científicas pela mão dos "experts" na área. Com base no Reino Unido, o Café Scientifique tem filiais em todos os continentes, sendo esta a primeira na Península Ibérica.
Café Scientifique - Braga
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02 fevereiro 2007
A individualidade em terra de inconscientes...
A opinião do professor Marcelo Rebelo de Sousa relativamente ao referendo que se aproxima...
Fiquei sem palavras quando vi esta entrevista "encomendada"...
É fascinante aperceber-me que, para além de não dizer nada de concreto, tentando agradar a gregos e a troianos, Marcelo, aos 2:10 minutos, mostra aquilo que ele realmente pensa. Segunda as palavras dele, nem os que votam sim nem os que votam não estão a fazê-lo em consciência... Apenas a grande individualidade intlectual do nosso país (ele é claro!) é que faz o seu voto consciente. Porque enquanto os que votam sim só pensam nas mães e os que votam não só pensam nos fetos, ele vota não porque pensa em tudo...
Sim senhor, vocês já imaginaram o que seria de nós, pobre portugueses sem o único ser capaz de pensar??? Será que vale a pena ter democracia? Podiamos pôr o sr. professor a tomar as decisões racionais e já não precisavamos de votar... Pelo meio ele ainda fazia uma avaliação dos políticos e com base nas notas atribuídas até os podiamos escolher políticos pelo mérito... (cuidado é melhor não avaliar o desempenho político dele, porque esse não vai muito a seu favor... Nem o mergulho no Tejo o safou ;-) )
Para aqueles que ainda não perceberam o que é que um homem destes anda a fazer vejam com atenção o que ele faz ao fim de 34 segundos de conversa: apercebe-se que está apenas a olhar para a jornalista e, num acto de puro marketing, olha para a câmara da qual não tira os olhos até ao final... (nada treinado é claro)
Marketing político tudo bem mas dizer que o voto dele é que é em consciência é abuso... Sr. Marcelo nós portugueses não andamos a dormir e todos sabemos que um dos princípios básicos da democracia é o respeito pela opinião dos outros e aceitá-la como tão válida como a nossa... Em ciência não há democracia mas em política há...
Para um pouco de humor vejam como o gato fedorento também soube tirar o NADA DE ESSENCIAL desta entrevista:
Foge Foge Bandido
Está praticamente concluído o projecto a solo de Manuel Cruz, o antigo vocalista dos Ornatos Violeta e líder dos Pluto. À Blitz, o músico explicou a origem e índole deste disco, o primeiro em nome próprio, apesar das participações, nas gravações, de numerosos amigos. Composto por dois CDs e um livro (com letras e ilustrações), o álbum reúne temas feitos ao longo dos últimos anos. (…)
O desprendimento do conceito estende-se à edição (de autor) e à distribuição, que poderá levar Manuel Cruz a apresentar o seu trabalho ao volante de uma carrinha, país fora, “tipo feira. Anuncio na net o roteiro da carrinha, para quem estiver interessado… Se calhar é um disparate, mas uma pessoa também tem de fazer algumas experiências, até porque se estivermos muito ligados ao mercado, as coisas acontecem de maneira previsível.” O facto de ter tido más experiências com a FNAC, como cliente e como músico, fez com que Manuel Cruz queira contornar o típico circuito por showcases. “Os gajos eram muito fixes até terem feito o monopólio. Irrita-me muito quando as pessoas têm um paleio fantástico de ajuda – da música, da cultura – e depois falham redondamente, do que as pessoas que não têm essa conversa e estão ali para ganhar dinheiro.”
O Bandido apresentar-se-á ao vivo quando achar por bem. “Não estou com muita ansiedade para começar a dar concertos. Tenho de descansar um bocado desta maluqueira que foram os últimos tempos.” Quanto ao nome do projecto, a autoria é de Kinörm, o baterista dos Ornatos. “Mandou-me um postalzinho de Natal e pôs lá “foge foge bandido”, com uma fotografia minha todo descabelado, todo ressacado. É uma piada de amigos e soou fixe.”
in BLITZ - Fevereiro 2007
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ver além II
01 fevereiro 2007
A Sabedoria dos Mortos

Sherlock Holmes enfrenta os pesadelos de Lovecraft.
Durante a investigação de um estranho caso de suplantação de personalidade, o famoso detective da Baker Street vê-se envolvido numa intriga feroz entre duas seitas Luciferinas – O Lendário Amanhecer Dourado e a Franco-Maçonaria Egípcia – pela posse do livro mais poderoso alguma vez escrito, o livro que abre as portas do próprio Inferno: o tenebroso e amaldiçoado Necronomicon.
Rodolfo Martinez coloca frente a frente dois dos grandes mitos literários de todos os tempos: o intelecto de Sherlock Holmes e a imaginação de H. P. Lovecraft. O resultado é uma narrativa apaixonante que poderia estar assinada pela própria pena de Sir Arthur Conan Doyle.
Edições Saída de Emergência
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Portugal interno e externo




















